Gilmar Mendes nega HC coletivo para manifestantes em quartéis

gilmar-mendes-foto-jose-cruz-abr

Pedido apresentado por advogado buscava “salvo conduto” para bolsonaristas que pedem intervenção militar

Mariah Aquino
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes negou a concessão de um habeas corpus coletivo para os manifestantes que participam de atos contra o resultado das eleições em frente a quartéis. Os grupos, formados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), se recusam a aceitar a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas e pedem intervenção militar.
“Ante a flagrante inadmissibilidade do pedido, arquivem-se imediatamente os autos, independentemente de publicação”, escreveu. “Ao Poder Judiciário não cabe usurpar competência do Poder Legislativo, nem atuar como legislador positivo, imiscuindo-se sem fundamento em permissivo constitucional de controle de constitucionalidade abstrato”.
O pedido foi apresentado pelo advogado Carlos Alexandre Klomfahs, que argumentou que os cidadãos precisariam de um “salvo conduto” como forma de “assegurar a liberdade de manifestação, reunião e locomoção”.Leia mais.
METRÓPOLES/montedo.com

Respostas de 20

  1. HC para continuar uma manifestação para derrubar um governo eleito! Deve ser o mesmo que pedir alvará de soltura prévio para poder cometer um assalto em paz…

  2. Não se pode compactuar com baderneiros, mais uma vez estão bloqueando estradas tentando levar o caos. Manifestações ordeiras são sadias para a democracia, porém movimento pedindo quebra de pacto federativo e crime e tem de ser combatido.

  3. Parabéns mais uma vez ao STF. Sem ele com certeza o Brasil teria amargado mais de um milhão de mortos na pandemia. Além disso, a democracia tinha ido pras cucuias. Agora só falta a cadeia para os baderneiros.

  4. !Isso ainda vai dar M####, e quanto mais mexe mais fede, aguardem! E o motivo das manifestações não é contra o resultado das urnas e sim contra a manipulação do resultado como num jogo sujo e descarado. E o que é pior, tão escancarado que até um cego pode ver e um mentecapto entender.

    1. Vai falar para os que se elegerem por lado do presidente, estou esperando para ver quantos vão renunciar e vir ao público e dizer que não podem aceitar o mandato? Quantos vão ser o Patriotas que vai denunciar??????? Quantos? Sim se as urnas foram fraudadas os primeiros a renunciar tem ser os acusam as urnas,. Ou as urnas só estão certas porque me elegeram????? Sim aí está certo?? Isso é ser cego mesmo. Ou seria aquela frase. O pior cego não é que não quer ver, sim o que enxerga e não quer ver o que está diante dos olhos. Até hoje 60 milhões de votos são mais que 58 milhões. Se não os deputados que tiveram menos votos também pode contestar que eles tiverem menos votos e deviam serem eleitos. Tenho santa Pasciencia. O tempo é o senhor absoluto da razão.

      1. Corrigindo quantos vão ser os Patriotas que vão renunciar???? Não denunciar e sim renunciar? Vamos ver os Patriotas renunciando que quem é Patriota não pode assumir um mandato por urnas fraudulentas?

  5. Quem vem tocando o horror, fogo no circo:
    – não é produtor agrícola bolsonarista.
    Produtor agrícola não incendeia seu próprio patrimônio.

    Isso é coisa de gente infiltrada de outro setor do Estado.
    A serviço criminoso de gente graúda a fim de criar a sensação do caos.
    Para implantação de algum tipo de Estado de Defesa, de exceção.

    dilmAnta tentou junto ao Alto Cmdo essa implementação antes da votação de seu impeachment.

    1. O Estado de exceção já está em vigor com a censura, prisões, coerção, cancelamentos da liberdade de pensamento, inquéritos inconstitucionais, tudo plantado por quem deveria zelar pela legalidade.

  6. Governo ilegítimo, é o que é…, graças ao stf (minúsculo mesmo).
    No entanto, generais se deram muito bem; o restante (reservas, reformados, pensionistas, etc) nenhum reajuste recebeu.
    Só que o ódio da esquerda refletirá em todos. Tempos difíceis virão, graças aos nossos “comandantes”…

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *