Militar das Forças Armadas é preso com 32 quilos de cocaína em MT

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Canarana (MT) – Um militar, identificado como C.F.G.S., foi preso em Canarana (605 KM de Cuiabá) com 38,9 quilos de drogas – 32,8 quilos de cocaína e 10,1 quilos de pasta base de cocaína. As informações são do site Midiajur.
Conforme a reportagem, o Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope) abordou um Fiat Strada na ponte sobre o rio Sete de Setembro, em Canarana. O motorista do veículo, identificado como J.B.S.P., revelou que entregaria o veículo a uma outra pessoa, e disse não saber sobre um pacote que estava escondido no macaco do carro, apreendido pelos policiais, e que continha cocaína.
Após outras buscas no veículo, os policiais também encontraram o restante das drogas no interior das portas da Strada, além do espaço interno da caçamba, entre a lataria e parte plástica da pick up.
O militar que acompanha o veículo disse que serve em Parnamirim (RN), e que estava afastado das funções para tratamento de saúde. Já o outro suspeito informou ter residência em Cuiabá, mas que mora no estado do nordeste. Ele já possui passagem por tráfico de drogas.
FOLHAMAX/montedo.com

Respostas de 15

  1. Como serve em Parnamirim (RN) é da FAB.
    Independentemente, é mais “comum” que possamos aceitar o envolvimento de militares servindo de ‘mulas’ no transporte de ilícitos das fronteiras secas dos produtores de drogas ‘sudamericanos’ para as capitais brasileiras.
    Simples, é bandido, cadeia e exclusão a bem da disciplina.
    Vide militar ‘aviãozinho’ a pouco excluído excetuando delivery de drogas para Espanha através de aeronave presidencial.

  2. Nesse assunto testemunhei uma péssima experiência nos meus últimos meses na ativa.
    Um primeiro-tenente da ‘akadimia’ voraz consumidor de cocaína (inclusive quando de oficial-de-dia).
    Isso numa Unidade valor Brigada, todos tinham conhecimento e ninguém teve a coragem moral de expurgá-lo do convívio na caserna.
    Absolutamente não reúne conjunto de valores e regras que definem o que é certo ou errado, permitido ou proibido na profissão das Armas.
    Um desqualificado na profissão errada.
    E, para livrar-se do delinquente, lhe premiaram com uma transferência para 15ª Cia Inf Mtz.
    Observem o absurdo e contradição, a total incompatibilidade, o movimentaram para a Guarnição Guaíra-PR.
    Ao lado da cidade paraguaia Salto del Guairá ‘duty free shop’ de eletrônicos e drogas provenientes da fronteira.
    Esse é o nosso padrão de fácil soluções de problemas ‘oficiais’.
    Definitivamente o brazil entrou nas FFAA.

    1. Deram a faca e o queijo para o pilantra. Tensa esta situação, mas infelizmente é mais comum do que imaginamos. Na minha época de PE via muito disso, mas era diferenciado o tratamento: praça era drogado e vagabundo, já oficial era dependente químico e doente.

      1. Pra encerrar minha visão sobre consumo de drogas por militares:
        – já foi ventilado no STM a possibilidade de exames taxológicos na caserna.
        Muitos alegam ser inconstitucional, todavia, lembro que em algumas modalidades de esporte é normal.
        Foi debelada a medida na raiz porque têm a certeza que muitos oficiais seriam pegos no exame toxicológico.
        E a “imagem” de semideuses não podem ser buriladas.

        O que é o EXAME ANTIDOPING?
        São exames laboratoriais feitos em amostras de material biológico, por exemplo, matriz URINA e / ou matriz SANGUE, coletadas dos(as) jogadores(as).
        https://www.cbf.com.br/a-cbf/antidoping/e-a-lbcd/exame-antidoping-e-lbcd

        1. O stm nao tem nada a ver com a gestão de nossa instituição.
          Fazemos o que quisermos, a competência do stm é julgar em grau de recurso (ou oficiais generais, originariamente) crimes militares.

          O stm nao diz, nem pode dizer, como administramos problemas internos nossos. Esse é um privilégio nosso.

          Recentemente foi editada uma portaria do Cmt Ex autorizando toxicológicos inopinados. Ótima medida.

  3. Hummmm meu amigo!
    Aqui em Guaíra teve um capitão há alguns anos atrás que deu um baita trabalho para o Cmt da OM.
    Toda reunião, confraternização de militares fora do Quartel o moço se entupia de pó.
    Pesado.
    O ouro branco por aqui é tão comum quanto uma lata de cerveja.
    O consumo entre militares é mais comum que muitos possam imaginar.
    É real e um perigo.

  4. O tóxico é o mal do séculos, ou falta coragem de Governantes , de acabar de uma vez com isso no Mundo,inteiro , Já dizia um amigo meu, Amigo, ningúém acaba com três coisas no Mundo, Trafico de drogas, trafico de armas e Prostituição. Será verdade,? Acho que falta homens de verdades, para melhorar esse Mundo, Maravilhoso em que vivemos,

  5. Já saiu uma Portaria este ano de 2022, regulando o exame toxicológico para os militares da ativa, que será aleatório e permanente, assim como as medidas cabíveis em cada caso.

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