Cuiabá – Na madrugada deste domingo (18), um sargento do Exército de 35 anos, que não teve a identidade confirmada, foi preso pela Polícia Militar após apontar uma arma de fogo para a ex-mulher, em forma de ameaça, dentro do Malcom Pub, em Cuiabá. Clientes viram a cena, acolheram a mulher antes da chegada dos policiais. O militar ainda enviou mensagens para a ex com vários xingamentos.
De acordo com as informações da Polícia Militar, Polícia Militar foi acionada por volta da 1h30 para uma ocorrência de violência doméstica envolvendo um militar do Exército.
Quando chegaram no pub, o gerente foi acionado e o suspeito localizado. Ele recebeu voz de prisão no local e entregou a arma de fogo, uma pistola 9mm, com certificado. Em seguida, foi acionado um superior para acompanhar a sua prisão.
Conforme a vítima, ela está separada do suspeito há 4 anos. Juntos, tiveram uma filha, que tem 6 anos. A mulher contou que eles sempre tiveram um relacionamento amigável, mas que nesta madrugada, ele apresentou um comportamento diferente.
Eles se encontraram por acaso no pub e ao questionar sobre a filha, a mulher disse que a deixou em casa com a irmã – tia da criança. Depois de 20 minutos, clientes do bar flagraram o momento que ele sacou a arma e apontou para ela.
Testemunhas tiraram a vítima do local e a levaram para um local seguro. Polícia foi acionada e, enquanto a viatura chegava, o agressor mandou mensagens xingando a vítima – que já sofreu violência doméstica quando era casada.
Diante dos fatos, o agressor foi preso e encaminhado para o Plantão de Violência Doméstica da Polícia Civil, sendo depois recolhido ao quartel da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada.
De acordo com o Comando Militar do Oeste, o suspeito está recluso, mas permanece cooperando com as autoridades que investigam os fatos.
O Comando ainda reforçou que não compactua com quaisquer atos de violência, repudia todos os tipos de desvio de conduta e irá acompanhar as investigações dos órgãos competentes.
O BOM DA NOTÍCIA–LEIA AGORA/montedo.com
Respostas de 4
Tem que superar a separação. Vida que segue. O único prejudicado é vc.
Emocionalmente perturbado, perda do porte, pronto!
Ainda bem que não era PM, da qual as mídias batem em cima DIARAMENTE, e NESTE caso, visto que portar arma e não ter equilíbrio emocional da repercussão negativa…a Polícia Militar nestes casos apenas faz o que está previsto a lei 11.340/2006, ou seja da a voz de prisão e conduz a delegacia para que a autoridade Policial faça a lavratura do flagrante delito confirmado pela Polícia Militar, e após isso o militar ficará a disposição da justiça militar, ou conforme a justiça, sendo observado as prerrogativas das quais tem direito, tais como ir para uma prisão ( cadeia em unidade militar ).
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