Apesar disso, integrantes do Alto Comando do Exército afirmam que TSE poderia fazer projeto-piloto com um número maior de equipamentos
Wilson Lima
Integrantes do Alto Comando do Exército classificaram como “um gesto importante” do presidente do TSE, Alexandre de Moraes, a decisão de realizar um teste de integridade em 56 urnas eletrônicas, com biometria, em 18 estados e mais Distrito Federal.
O projeto-piloto foi anunciado hoje pelo presidente da Corte como forma de atender às reivindicações do Ministério da Defesa, que integra com o TSE uma comissão de transparência das eleições.
Segundo integrantes das Forças Armadas ouvidos por O Antagonista, a decisão do presidente do TSE vai ajudar a atenuar as tensões entre militares e integrantes da Corte Eleitoral. Há também a expectativa de que esse movimento desmobilize parte da base bolsonarista e possa dar maior tranquilidade ao pleito de outubro.
Nas palavras de um membro do Alto Comando do Exército, “era necessária uma sinalização positiva por parte de Moraes” e isso, segundo os militares, aconteceu.
Apesar disso, ainda há críticas em relação ao quantitativo de urnas que passarão por esse novo teste de integridade. O universo ainda é considerado diminuto por integrantes do Ministério da Defesa. Na avaliação dos militares, esse teste deveria ser realizado em pelo menos 100 urnas em todo o país.
O Antagonista/montedo.com
Respostas de 3
Para o alto e avante.
A cobra vai fumar.
Senta a pua.
Hora da onça beber agua.
De novo, não há de novo nessas operações, nesses testes de integridade das urnas.
Mais do mesmo, velha e confortável disfuncionalidade dos altos coturnos nacional.
Tudo teatro pra enrolar e jogar pra galera bolsominion.
Não é missão das Forças Armadas, eles somente podem atuar caso solicitadas pelos poderes legislativo e judiciário, dentro de suas diretrizes.