Levantamento do Exército indica que país manterá o patamar de 2018
Malu Gaspar e Johanns Eller
O Brasil terá 30 militares da ativa concorrendo a diferentes cargos eletivos nas eleições gerais deste ano, segundo dados fornecidos pelo Exército à equipe do blog. Esse número é praticamente igual ao compilado pela Força em 2018, de 28 militares.
O Exército informou que não costuma monitorar os oficiais da reserva, embora eles possam ser convocados para o serviço ativo em caso de necessidade.
Levantamento feito pelo portal g1, que considerou a ocupação informada pelos candidatos e seus respectivos nomes nas urnas, indicou que 60 nomes ligados às Forças Armadas – da ativa e da reserva – disputarão cargos em outubro. Segundo a metodologia, a mesma adotada pelo Fórum de Segurança Pública, foram 91 em 2018.
A maior parte dos militares da ativa concorrerá a deputado federal (15). Outros 12 concorrerão às Assembleias Legislativas e três à Câmara Legislativa do Distrito Federal.
A maioria também pertence a patentes baixas: 14 são praças, ou seja, subtenentes ou sargentos. Nove candidatos são oficiais superiores – coronel, tenente-coronel e/ou major – e sete são de patentes intermediárias (capitão ou tenente).
Os militares da ativa têm direito a postular cargos eletivos mas, diferentemente de outros servidores públicos e mandatários do Executivo, têm um prazo mais curto para se desincompatibilizar de suas funções: são três meses, metade do exigido para governadores, prefeitos, ministros e secretários, por exemplo.
Caso perca a eleição, o oficial pode voltar a integrar a Força. O Exército não compilou as legendas dos candidatos.
Neste ano, destacam-se também nomes da reserva, incluindo expoentes do bolsonarismo como o general da reserva e ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello (PL), que concorrerá a deputado federal pelo Rio. Pazuello se manteve na ativa enquanto ocupava o cargo, o que gerou críticas dentro do Alto Comando do Exército. Para disputar o cargo, contudo, ele migrou para a reserva.
Em 2018, quando a onda bolsonarista preencheu as Casas Legislativas do país com deputados e até um senador, Major Olímpio (SP), com patentes militares e outros títulos ligados às forças de segurança, como a Polícia Federal.
Além disso, como fez há quatro anos com Hamilton Mourão, Jair Bolsonaro optou por uma chapa “militar” ao definir o general da reserva Walter Braga Netto como seu companheiro de chapa.
Malu Gaspar(O Globo)/montedo.com
Respostas de 7
“Sub Ten P da vida”:
– ‘Praça só vota em Praça!’.
E índio não votar em índio branco.
Índio votar só em Índio-negão.
No cacique e pajé Negão da tribo Queimados-RJ.
Também conhecido homem branco como Hélio Bolsonaro.
Índio não gostar índio-“branco”-traíra.
Índio não gostar índio-“branco”-traíra-Mourão 😂
General volta em General
A hora é essa! Votar em quem irá realmente nos representar no congresso nacional! Praça vota em praça ( menos no papagaio de pirata)!
Nessa eleição o traíra e papagaio de pirata Hélio Negão, vai pagar o preço por ter virado as costas a milhares de militares da ativa e da reserva que conseguiram eleger um praça para a Câmara dos Deputados. Em setembro de 1963 houve em Brasília a revolta dos sargentos da Marinha e da FAB, os do Exercito se recusaram a participar. Eles se insurgiram pelo fato da constituição de 1946 não permitir a eleição de praças para o legislativo. O deputado federal Helio Negão conseguiu ser eleito, e chegando lá esqueceu daqueles que o elegeram. Agora a conta chegou, não conte com o meu voto e nem o da minha família.