Ministério da Defesa pede ao TSE que inclua mais nove militares no grupo de inspeção das urnas

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Camila Bomfim, GloboNews — Brasília

O Ministério da Defesa pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que inclua mais nove militares no grupo que inspeciona as urnas eletrônicas.
O documento é assinado pelo ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, e foi enviado nesta quarta-feira (10).
O pedido acontece em meio aos frequentes ataques do presidente Jair Bolsonaro às urnas eletrônicas e ao processo eleitoral. Sem jamais ter apresentado quaisquer provas de eventuais irregularidades, Bolsonaro repete com frequência acusações já desmentidas pelos órgãos oficiais.
No ofício enviado ao TSE, o ministro da Defesa disse que os militares indicados têm conhecimento em linguagem de programação e podem atuar em apoio à Equipe das Forças Armadas de Fiscalização e Auditoria do Sistema Eletrônico de Votação.
Ainda conforme o documento, esses militares estão sendo indicados para inspeção do código-fonte das urnas.
O código-fonte é um conjunto de linhas de programação de um software, com as instruções para que o sistema funcione. A abertura do código permite a inspeção pela sociedade civil. Esse código está disponível desde outubro do ano passado.

Veja a lista dos militares indicados:

Major Diego Bonato Langer (Força Aérea);
Capitão Davison Silva Santos (Força Aérea);
Primeiro-tenente Fernando Mascagna Bittencourt Lima (Marinha);
Primeiro-tenente Rafael Coffi Tonon (Marinha);
Primeiro-tenente Gabriel Heleno Gonçalves da Silva (Marinha);
Primeiro-tenente Lincoln de Queiroz Vieira (Exército);
Primeiro-tenente Gabriel Bozza (Exército);
Primeiro-tenente Yuri Rodrigues Fialho (Exército);
Primeiro-sargento David de Souza França (Força Aérea).

g1/montedo.com

Respostas de 10

  1. Uma piada mesmo, que coisa esdrúxula, toda hora uma “novidade” patética.
    Hora, vexados pelo TSE anunciam que não indicarão substituto do disseminador de fake news coroné Sant’Anna.
    Hora, um GC, numa patrulha de reconhecimento da sala escura do tribunal.
    Total disfuncionalidade institucional.
    A Comando do Cabo eleitoral da Defesa a serviço do capitão desajustado.

  2. Acontece que tem gente muito ingênua, ou desinformada, ou, por que não, mal intencionada. Pensam que existe patriotismo, valores, sonho de ver o Brasil sem pobreza, sem violência, com menos arrocho na classe média, mais igualdade, mais educação e saúde…mas não, nada disso! O interesse é largar o sacerdócio e entrar no clube dos milionários. ( vide matéria sobre salários milionários dos “militares). Ou foi um erro burocrático um zero a mais? Deus salve o Brasil!!! ( Deus, não deux).

  3. Por que não incluem o próprio TSE dentro do ministério da Defesa, como um simples departamento?

    Na falta de uma guerra os militares agora se descobriram especialistas em eleições.

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