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José Humberto Ferreira afirmou que ‘simples consulta no Google’ teria evitado emissão do CAC.
Homem foi alvo da Operação ‘Ludíbrio’ em Uberaba.

Mariana Dias, g1 Triângulo e Alto Paranaíba — Uberaba
O juiz que autorizou os mandados de busca e apreensão na casa do empresário de Uberaba alvo da Operação “Ludíbrio”, afirmou que os responsáveis no Exército Brasileiro por avaliarem os pedidos de registro de Caçador e Atirador Esportivo (CAC) “foram enganados” e que uma “simples consulta no Google” teria evitado essa liberação. Em dois imóveis e na empresa do alvo, foram apreendidas sete armas, entre elas, um fuzil.
Segundo a Polícia Federal (PF), o homem de 36 anos conseguiu o Certificado de Registro (CR) de CAC em junho de 2021, após utilizar uma declaração de idoneidade falsa.
Porém, posteriormente, foi descoberto que ele tem 16 registros como réu ou investigado em processos e inquéritos policiais. Entre esses registros, estão crimes de fraude processual, homicídio qualificado, roubo, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.
Também há indícios de que o empresário é integrante da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele não está preso.
O g1 entrou em contato com o Exército Brasileiro, que informou que o CR do empresário foi imediatamente suspenso após o recebimento das informações sobre o caso e, posteriormente, definitivamente cancelado. Veja a nota na íntegra mais abaixo.
Conforme o delegado-chefe da PF de Uberaba, Mário Alexandre Veloso Aguiar, as flexibilizações feitas pelo governo de Jair Bolsonaro desde 2019 facilitaram a compra de armas por cidadão comum.
g1/montedo.com

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