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Profissional de limpeza urbana marcava posição com GPS, mas mulher entendeu que tinha sido filmada. Polícia Civil investiga

Celimar de Meneses
Brasília – Um militar da Marinha do Brasil agrediu um gari na 712 Norte por achar que o trabalhador de limpeza urbana havia filmado a esposa enquanto ela fazia ginástica na quadra. A agressão aconteceu na manhã desta quarta-feira (13/7) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga o caso.
Segundo o gari agredido, a mulher achou que estava sendo filmada porque os garis precisam marcar o percurso feito com um GPS. Para o equipamento funcionar, os trabalhadores precisam levantá-lo e apertar um botão.
“Tem que apertar o botão para captar onde a gente está. Nós trabalhamos com GPS e não com celular. Somos proibidos de trabalhar com celular, que fica com o fiscal”, explica o gari. Ele conta ainda que o militar tomou a vassoura que ele mesmo usava para limpar a rua para agredi-lo.
“Chegou um carro e o homem abordou a gente, já batendo e pedindo para mostrar o celular’”, lembra o gari. Moradores viram as agressões e chamaram a polícia. Segundo as testemunhas, em nenhum momento o trabalhador de limpeza agrediu ou xingou o militar. Todos foram levados à 5ª Delegacia de Polícia (Área Central).
METRÓPOLES/montedo.com

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