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Brenno Grillo
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Uma ala da campanha de Lula defende que o PT se dedique mais a uma aproximação com os militares. Cresce entre os petistas a certeza de que haverá algum tipo de balbúrdia caso Jair Bolsonaro seja derrotado em outubro. O grupo sabe que precisa das Forças Armadas para reagir a uma eventual tentativa de golpe.
As Forças Armadas e o PT estão distantes há tempos. Os militares se afastaram devido à atuação Comissão Nacional da Verdade, no governo Dilma, que procurou desvendar crimes cometidos durante a ditadura militar (1964-85). Com Bolsonaro, além da natural proximidade, vieram ainda milhares de cargos comissionados no governo, aumentos salariais e a proteção na reforma da Previdência.
Fontes da companha de Lula afirmam que a caserna aceita conversar apenas com Jaques Wagner, ex-ministro da Defesa de Dilma. Na outra ponta, o ouvido oferecido pelos militares é o do general Sérgio Etchegoyen, ex-ministro do gabinete de Segurança Institucional de Michel Temer.
obastidor/montedo.com

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