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Catia Seabra e Victoria Azevedo (Folha de São Paulo)
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Embora publicamente minimizem a necessidade de diálogo com representantes das Forças Armadas ainda na pré-campanha, sob o argumento de que a tarefa foi assumida por membros do Judiciário, colaboradores do ex-presidente admitem preocupação com a falta de canais com militares, especialmente os da ativa.
Os ex-ministros Celso Amorim, Aloizio Mercadante e Jaques Wagner são apontados como possíveis emissários. Mas, nas palavras de um colaborador de Lula, os militares estão ariscos, refratários ao diálogo.
E, mesmo duvidando de uma predisposição para um golpe no caso de vitória de Lula, petistas temem que os militares cruzem os braços diante de um eventual arroubo autoritário de Bolsonaro.
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