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O ex-ministro da Defesa, Walter Braga Netto, comentou nesta quarta (6) as reportagens do GLOBO que revelaram que o ministério destinou R$ 588 milhões do orçamento secreto para bancar até a construção de capela funerária e campos de futebol. Os recursos fazem parte das chamadas emendas de relator, instrumento utilizado para contemplar aliados do governo em troca de apoio no Congresso. Ao todo, 11 senadores foram contemplados com as verbas, sendo que a maioria deles é alinhada ao governo Bolsonaro.
Braga Netto argumentou que, embora os projetos tenham sido executados pela pasta da Defesa, tais despesas foram destinadas por meio de emendas de relator (conhecidas também como “RP9”) e, portanto, são de responsabilidade do Congresso.
— Não tem orçamento secreto nenhum. A única coisa que a Defesa faz, e que antigamente o pessoal não fazia, são os projetos. Existia um programa chamado Auxílio Financeiro aos Municípios da Faixa de Fronteira. O pessoal todo ano devolvia dinheiro. Aquilo ali não era da Defesa, veio para a Defesa. A Defesa só organiza aquilo ali, recebe os pedidos. São os parlamentares. A Defesa só executa. Leia mais em O Globo

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