Escolha uma Página

Oficiais avaliam que o general Silva e Luna foi injustiçado por falta de articulação política de ministro

Juliana Braga
BRASÍLIA – A demissão do presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna, amplia as rusgas entre o Exército e a Marinha.
Oficiais ouvidos pelo Painel sob a condição de anonimato avaliam que Silva e Luna “pagou o pato” da ineficiência na articulação política do ministro de Minas e Energia, almirante Bento Albuquerque. Criticam, ainda, o processo de fritura e a forma como o militar foi dispensado.
De acordo com esses generais, a substituição pelo economista Adriano Pires não resolverá o problema do aumento dos preços dos combustíveis, preocupação do presidente Jair Bolsonaro (PL) em ano eleitoral.
A solução seria a aprovação de um fundo capaz de amortizar as oscilações internacionais do petróleo e, assim, diminuir o impacto na população.
Quem falhou, portanto, nessa avaliação, foi Albuquerque, que teria a responsabilidade de fazer a articulação política. Há ressalvas também com relação ao presidente Jair Bolsonaro (PL), que teria tentado se livrar do problema trocando a presidência da Petrobras, mas não teria se empenhado em uma negociação com o centrão para fazer a proposta avançar.
Painel(FOLHA)/montedo.com

Skip to content