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Ala política do governo tenta se beneficiar da disputa de ministros-gerais pela vaga de candidato a vice-presidente de Jair Bolsonaro

Igor Gadelha
Integrantes da ala política do governo têm estimulado, nos bastidores, a disputa entre ministros-generais do governo pela vaga de vice na chapa à reeleição do presidente Jair Bolsonaro este ano.
A avaliação é de que a “guerra” pode acabar enfraquecendo os próprios militares cotados, o que aumentaria as chances de a ala política emplacar um nome do seu agrado para compor a chapa com Bolsonaro.
Atualmente, disputam a vaga de candidato a vice-presidente de Bolsonaro no pleito deste ano os ministros-generais Braga Netto (Defesa) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).
Segundo fontes do Palácio do Planalto, o atual ministro da Defesa é considerado o favorito pela perfil discreto e por ter mais apoio e influência dentro das três Forças Armadas do que Heleno.
Braga Netto conta com a torcida de outro colega ministro-geral: Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria-Geral da Presidência. Ramos sonha em assumir o Ministério da Defesa, caso Braga Netto deixe o posto.
Já Heleno, como a coluna noticiou, se movimenta por meio de mobilização da base bolsonarista. O general já chegou, inclusive, a procurar uma sigla do Centrão para discutir sua filiação.
O atual chefe do GSI, no entanto, é um dos nomes que mais enfrenta resistência dos partidos desse bloco. Lideranças do Centrão nunca engoliram as críticas do general ao grupo nas eleições de 2018.
METRÓPOLES/montedo.com

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