Escolha uma Página

Segundo fontes ouvidas pelo blog, Bolsonaro acredita que ter militar em sua chapa diminui as chances de processo de impedimento. Para partidos aliados, presidente deveria indicar nome do Nordeste ou de MG.

Andréia Sadi
A vaga de vice do presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2022 tem sido disputada nos bastidores do governo. De um lado, partidos do centrão defendem um nome político, como os dos ministros Fabio Faria, das Comunicações ou da ministra Tereza Cristina, da Agricultura, para compor a chapa presidencial.
Mas o presidente Bolsonaro, segundo fontes do centrão disseram ao blog, passou a cogitar o nome do ministro Braga Netto, da Defesa.
Assim como ocorreu com o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), Braga Netto agrada ao presidente menos por agregar votos junto ao eleitorado e mais por funcionar, nas palavras de um assessor de Bolsonaro, como um “seguro-impeachment”.
Na visão de Bolsonaro, um militar — como o caso de Mourão ou Braga Netto — não agradaria ao Congresso num eventual processo de impeachment.
A diferença de Braga Netto para Mourão é que, hoje, Braga Netto é um nome de confiança do presidente.
Para partidos aliados, Bolsonaro deveria indicar um vice que amplie seu eleitorado, sendo um nome ou do Nordeste ou de Minas Gerais.
Mas, por ora, auxiliares afirmam que o presidente ainda não se convenceu já que, nas palavras de um líder do centrão, “o presidente tem mania de teorias da conspiração”.
G1/montedo.com

Skip to content