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NORTON LUIS SILVA DA COSTA*
Um bolsonarista ferrenho e ideologizado, é lógico, só vai falar mal do ex Juiz Moro.
Ele e um adversário de peso à reeleição do atual PR.
Um petista ou integrante da esquerdinha mais ainda, afinal ele colocou na cadeia o maior corrupto da história desse Pais.
Usando como arma as chamadas redes sociais tentam impor inverdades cada vez maiores sobre o passado do ex juiz visando manchar sua imagem junto ao eleitorado.
E um ato corriqueiro, de baixo nível no vale tudo político da TERRA BRASILIS e dos manipuladores midiáticos em campanha para reeleição .
Exemplo desse tipo de informação ou BOATO e de que o ex juiz foi filiado ao PSDB.
Uma enorme inverdade plantada para ofuscar a sua imagem, porque Moro nunca foi filiado a partido nenhum, a sua primeira filiação foi agora no Podemos.
Sobre o outro boato referente ao pai do ex Juiz também versando sobre isso: “O falecido senhor Dalton Moro era um sério e dedicado professor de Geografia e nunca exerceu qualquer atividade político-partidária em sua vida”, conta o juiz federal Anderson Furlan, amigo próximo da família.
Outro amigo, acrescenta: “Talvez ele não tenha se envolvido em política nem mesmo no Departamento de Geografia”.
Mas a baixaria é contínua e amplamente difundida, repetidamente .
Nessa mesma internet posts que dizem que a esposa do juiz teria sido advogada do PSDB.
“A esposa do juiz Sérgio Moro nunca foi funcionária do PSDB. Ela era consultora e depois se tornou advogada das APAEs, graças ao seu esforço e dedicação a essa matéria, sem qualquer relação com partidos ou políticos”, diz Furlan.
Em 2015, segundo o site Paraná Portal, Rosângela chegou a fazer um post no Facebook: “Atenção tuiteiros. Não sou, nunca fui advogada de partido político algum, seja do PT, PSDB, PDT, pqp. Tampouco sou filiada a partido político”.
Mais uma inverdade e a de que não condenou ninguém no escândalo do Caso Banestado.
Em 2004, o juiz federal condenou 15 funcionários do Banestado por evasão de divisas, gestão fraudulenta e formação de quadrilha.
O que ocorre é que algumas condenações foram mantidas pelos tribunais superiores, e outras foram extintas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) porque o prazo para a execução das penas prescreveu.
O ex-deputado Neivo Beraldin (PDT-PR), que foi presidente da CPI do Banestado, considera que Moro já demonstrava “brilhantismo absoluto” na época do caso.
Ele conta que a comissão fez 32 solicitações de quebra de sigilo, e que o magistrado dava encaminhamento aos pedidos “prontamente”. “Ele agia de forma rápida e pronta. É um dos homens mais íntegros e competente que já conheci.”
Para Beraldin, a maior dificuldade no caso Banestado foi a demora do Ministério Público do Paraná em dar prosseguimento às questões que se referiam à Justiça estadual.
Mas tem mais que versa de como foi seu período atuando como auxiliar de Rosa Weber no STF.
Em 2012, Moro foi convocado para atuar como juiz instrutor no Supremo Tribunal Federal (STF) e auxiliar a ministra Rosa Weber.
Coincidência ou não, esse foi o ano do julgamento da Ação Penal 470, o Mensalão.
Os votos da ministra, que havia ingressado na corte em dezembro do ao anterior, chamaram atenção por apresentar interpretações bastante duras do direito penal.
Moro descreve o período de atuação em Brasília como “uma época de grande aprendizado”.
Sobre a personalidade desse ex magistrado Moro quase não dá entrevistas, mas fala bastante em palestras e participa de grandes eventos, como a premiação da revista Time, em abril de 2016.
Mas, apesar das aparições, os amigos contam que Moro não gosta muito de badalação e que tem negado diversos convites por falta de agenda ou por questões éticas.
No período eleitoral de 2018, por exemplo, teria evitado participar de eventos em que receberia homenagens de prefeituras ou de entidades que pudessem ser ligadas a alguma vertente política.
Ele irá com absoluta certeza aproveitar a alta popularidade para se candidatar a presidente do Brasil.
Os que irão competir com ele nessa disputa que se preparem……MAS SEJAM MAIS HONESTOS……o que não acredito!
*Coronel de Infantaria
(Um eleitor ainda indeciso mas brasileiro convicto em acreditar que o Brasil saberá escolher bem seu futuro).

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