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Operação Meridiano é composta por três etapas e reúne mais de 5 mil militares

Nesta terça-feira, operações envolveram transposição do Rio Santa Maria, em Cacequi
Divulgação / Comando Militar do Sul

RODRIGO LOPES
Desta terça-feira (9) até domingo (14), o Rio Grande do Sul é palco da terceira fase do maior exercício militar conjunto realizado pelas Forças Armadas brasileiras em 2021, a Operação Meridiano, sob coordenação do Ministério da Defesa. Ao todo, estão envolvidos cerca de 5,6 mil militares, mil viaturas, entre aviões e helicópteros da Marinha, do Exército e da Força Aérea Brasileira (FAB).
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O exercício, que tem como objetivo desenvolver a sinergia entre as três forças (terrestre, aérea e naval), é dividido em três etapas. A primeira, denominada Meridiano-POTI, foi coordenada pela FAB com o uso de aeronaves no Pará, entre 25 e 28 de outubro.
A segunda, Operação Dragão, ficou a cargo da Marinha, e ocorreu nos litorais do Rio de Janeiro e do Espírito Santo de 3 a 6 de novembro.
A terceira fase, realizada no Estado e chamada Ibagé, é de responsabilidade do Exército.

Tropas de Engenharia foram utilizadas
Divulgação / Comando Militar do Sul

O exercício também busca avaliar o grau de precisão e letalidade dos armamentos, a coordenação conjunta em missões de assalto anfíbio, operações aeroterrestres e guiamento aéreo avançado.
Nesta terça-feira (9) ocorrem as principais atividades, no Campo de Instrução Barão de São Borja (Saicã), uma vasta área de treinamento que abrange Rosário do Sul e Cacequi, com demonstrações de transposição de curso d’água no rio Santa Maria, defesa aérea e surtida aérea com caças da FAB, pela manhã.
– Essa apresentação de uma ação crítica, o ataque coordenado com transposição de curso d’água demonstra a capacidade profissional de nossa tropa. Vimos montagem rápida de pontes, o emprego de portadas e deslocamento de nossa tropa cruzando um curso d´água, um obstáculo de grande porte – avalia o comandante do Comando Militar do Sul (CMS), general Valério Stumpf, que acompanha as operações in loco.
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À tarde, as operações seguem. O exercício colocará duas divisões de Exército como oponentes, com o desdobramento dos meios de comando e controle, em uma manobra de movimento, 200 quilômetros de frente por 150 quilômetros de profundidade. Entre as manobras estão lançamento de paraquedistas, destruição de antena de radar e junção de tropa blindada.

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Para o CMS, o exercício também tem um tom festivo. O comando celebrou na segunda-feira (8), no 1º Regimento de Carros de Combate, em Santa Maria, o centenário da chegada do primeiro blindado do Exército brasileiro, o Renault FT-17.
GZH/montedo.com

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