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O vice-presidente e o ministro do Meio Ambiente falaram para o pavilhão brasileiro em Glasgow, na Escócia, onde é realizada a COP26

O vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), e o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, defenderam nesta 5ª feira (4.nov.2021) a atuação do Exército na Amazônia. Eles participaram de uma roda de conversas transmitida na COP26 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas).
Os 2 estavam em Brasília, em um stand organizado para a conferência do clima pelo governo junto à CNI (Confederação Nacional da Indústria). O evento foi transmitido ao vivo no pavilhão brasileiro em Glasgow, na Escócia, onde é realizada a COP26, desde 31 de outubro. A cúpula vai até 12 de novembro.
“A presença do Exército garante a proteção da Amazônia também”, disse o ministro do Meio Ambiente. Ele destacou a capacidade logística das Forças Armadas na região, de difícil acesso. “Sem o apoio logístico e a estrutura do Exército, nós não conseguiríamos chegar em alguns territórios”, declarou.
O tema do evento foi a atuação do Conselho Nacional da Amazônia Legal, órgão presidido por Mourão. Ele afirmou que as ações das Forças Armadas “são muito pouco” divulgadas.
O governo Bolsonaro realizou operações de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) que autorizam o envio de militares a ações ambientais na Amazônia. Contudo, as operações eram criticadas por ambientalistas por serem caras e pouco efetivas. A última operação foi encerrada em 15 de outubro.
“Podemos desenvolver a Amazônia sem derrubar uma única árvore”, disse o vice-presidente. Ele afirmou que o futuro da Amazônia está ligado à bioeconomia. “Nós vamos cuidar carinhosamente da nossa Amazônia e consequentemente usufruir daquela riqueza mantendo a floresta intacta.”
Ele declarou que o Estado brasileiro precisa ter uma política permanente para a Amazônia.
Mourão também defendeu a atuação das Forças Armadas no combate à pandemia. “Desde o 1º momento houve esse apoio à Secretaria de Saúde Indígena para que medicamentos pudessem chegar às aldeias mais isoladas –e posteriormente vacinas”, disse.
O Ministério da Defesa chegou a levar cloroquina para aldeias indígenas durante a pandemia. O remédio não têm estudos conclusivos de eficácia contra a covid-19.
PODER360/montedo.com

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