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Lauro Jardim
Jair Bolsonaro já disse em sua live na quinta-feira passada que Eduardo Pazuello não transgrediu normal alguma do Exército ao participar da “motiociata” de domingo retrasado no Rio de Janeiro. E tem feito pressões para que o ex-ministro não seja punido pelo Exército.
Não há general de quatro estrelas, porém, que veja alguma chance de Pazuello sair incólume dessa confusão.
Há um consenso no Exército que ele deve ser punido, sim, para dar o exemplo, mas que o seu caso não seria de prisão. Como atenuantes, sempre são citados os mesmos exemplo: ele não foi fardado ao ato e, quando falou ao público, não fez discurso político, praticamente só cumprimentou os presentes.
Portanto, Pazuello seria, numa versão mais leve da punição, repreendido verbalmente; ou, numa versão menos branda, advertido por escrito.
O comandante do Exército, general Paulo Sérgio, tem até quinta-feira que vem para decidir o caso. E, de acordo com outro consenso entre os militares, esse veredito só deve sair mesmo na data-limite. Como disse um general, sob a condição de anonimato:
— Assim, esfria um pouco a temperatura das coisas.
O Globo/montedo.com

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