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O almirante Flávio Rocha, secretário especial de Jair Bolsonaro, ganha 20 mil reais como conselheiro nomeado pelo Banco do Brasil.
Diz a Folha de S. Paulo:
“O almirante foi indicado pelo Banco do Brasil para uma vaga de membro titular do Conselho de Administração da Brasilseg, empresa do ramo de seguros fruto de uma parceria entre a instituição brasileira e o grupo espanhol Mapfre.
A nomeação de Rocha foi efetivada em 31 de julho, para três anos de mandato. Pela participação no colegiado, ele tem direito a uma remuneração mensal bruta de R$ 20 mil.
De acordo com o Portal da Transparência, o salário bruto pago ao secretário especial em julho, no qual não incidiu o valor devido por sua participação como conselheiro da Brasilseg, foi de R$ 44 mil. Constou um desconto de R$ 1.446,47 a título de ‘abate-teto’.”
A promessa bolsonarista de abolir os supersalários vale também para os militares?
A prática de aumentar salários de assessores com a indicação para conselhos de administração de estatais e assemelhadas não ia ser extinta?
São só duas perguntas.
O Antagonista/montedo.com

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