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Justiça entendeu que existem indícios suficientes para Juenil Bonfim de Queiroz ser julgado por homicídio e feminicídio, por motivo torpe e uso de recurso que dificultou defesa das vítimas. Crime foi em junho de 2019.

Afonso Ferreira, G1 DF
O militar da Aeronáutica Juenil Bonfim de Queiroz, acusado de matar a esposa, Francisca Naíde de Oliveira Queiroz e o ex-vizinho, por ciúmes, vai ser submetido a um júri popular. A Justiça do Distrito Federal entendeu que existem indícios suficientes para que o sargento reformado seja julgado pelos crimes de homicídio qualificado e feminicídio, por motivo torpe e uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas.
A sentença de pronúncia foi publicada na última segunda-feira (29), pelo juiz Frederico Ernesto Cardoso Maciel. Na decisão, o magistrado determinou que o acusado permaneça preso porque “não há fatos novos que autorizem a revogação da prisão preventiva do acusado”. Ainda não há data para o julgamento.
O crime ocorreu em 12 de junho de 2019, Dia dos Namorados. Francisca Naíde e Juenil Bonfim estavam chegando ao prédio onde moravam e encontraram Francisco de Assis Pereira da Silva, o ex-vizinho de quem o militar tinha ciúmes. Francisco estava com o companheiro, Marcelo Brito.
De acordo com a Polícia Civil, os dois tinham ido visitar amigas que ainda moravam no prédio onde eles haviam residido por dois anos. O sargento da reserva da Aeronáutica chamou Francisco para conversar no apartamento onde vivia com a esposa.Leia mais.
G1/montedo.com

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