Escolha uma Página

UOL, em São Paulo
O ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, afirmou hoje que a presença de militares no alto escalão do governo Jair Bolsonaro não significa que há influência política das Forças Armadas na administração. General do Exército, ele declarou que não compõe o ministério como militar, mas sim como cidadão.
“Quero dizer que estou aqui como cidadão que foi integrante do alto comando do Exército. Não tenho contato nenhum, a não ser de amizade, não participo de reuniões. Não há nenhuma ligação estar aqui representando o Exército, estou aqui representando pela responsabilidade de ter sido general da ativa”, afirmou ele em entrevista coletiva concedida no Palácio do Planalto.
Ramos declarou que aceitou o convite para o cargo por entender como um dever cívico e disse: “Não há nenhuma influência política ou que seja ligada ao Exército”. Ainda, ele acrescentou que ter sido general o capacitou para o cargo pela “experiência de vida” que adquiriu.

Conservador liberal
O ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, também general, afirmou que o governo é conservador liberal por se pautar em costumes conservadores, tais como “família, Deus, valores éticos e morais e contra a corrupção”, mas voltado para o liberalismo econômico.
“A pauta do caminho da prosperidade, para o Brasil, é uma ferramenta. O caminho da prosperidade é uma lei”, disse Braga Netto.
UOL/montedo.com

Skip to content