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Defesa levantou empresas que produzem de máscaras a respiradores e conseguem fazer entrega em pouco tempo; só falta aprovação da Saúde

Carla Aranha
O Ministério da Defesa pretende firmar um acordo de cooperação técnica com pasta da Saúde para poder realizar compras, no Brasil, de insumos críticos ao combate da covid-19, como respiradores, máscaras, álcool em gel e leitos hospitalares. Só falta uma assinatura do Ministério da Saúde para o acordo entrar em vigor.
A intenção é providenciar rapidamente a aquisição dos equipamentos hospitalares e produtos da área médica, que estão em falta em grande parte das cidades do país. Muitos municípios enfrentam uma concorrência de cidades maiores e dos Estados para ter acessos aos equipamentos. “Virou um leilão”, diz Raquel Lyra (PSDB), prefeita de Caruaru, em Pernambuco.
O Ministério da Defesa deverá ficar encarregado da distribuição dos equipamentos. As Forças Armas possuem dez armazéns logísticos distribuídos por todas as regiões do país. Os insumos deverão ser enviados para esses locais, que passarão a funcionar como centros de distribuição. O pontapé inicial para começar o processo só depende mesmo do Ministro da Saúde, o médico Nelson Teich.
Nas últimas quatro semanas, a Defesa entrou em contato com municípios com mais de 180 mil habitantes para identificar suas necessidades prioritárias em relação insumos críticos de combate à covid-19. O passo seguinte foi analisar os contratos de compras de equipamentos hospitalares e produtos usados no enfretamento do coronavírus realizados pelo Ministério da Saúde.
O objetivo era levantar quais são os principais fabricantes nacionais. “Já ficou claro que não dá para depender apenas de um país, a China, para termos acessos a esses insumos essenciais”, diz Marcos Degaut, secretário de Produtos do Ministério da Defesa.
exame/montedo.com

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