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Autoridades estão em alerta máximo desde que foi detectado um plano para retirar lideranças da penitenciária federal de Brasília

Eduardo Gonçalves e Laryssa Borges
O presidente Jair Bolsonaro autorizou o uso das Forças Armadas para fazer a segurança do presídio federal de Brasília, onde estão presas as lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC), entre elas Marco Camacho, o Marcola. Segundo texto publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial, os militares devem fazer a “proteção do perímetro externo” da penitenciária no período entre 7 de fevereiro e 6 de maio de 2020.
As autoridades estão em nível máximo de alerta desde que foi descoberto um plano de resgate da cúpula da facção criminosa no fim do ano passado. Em dezembro, as forças de segurança de Brasília encaminharam um informe confidencial ao staff do ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmando que estava sendo arregimentada uma equipe para retirar as lideranças de Brasília. Investigadores estimam que a logística do plano não sairia por menos de 30 milhões de reais, valores facilmente recuperáveis com a venda de apenas 200 quilos de cocaína em portos europeus. Um drone até chegou a ser visto sobrevoando o presídio no dia 20 de dezembro. VEJA detalhou o caso em reportagem da revista.
Veja/montedo.com

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