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“O Brasil não é para principiantes.”
(Tom Jobim)

Os pseudo-líderes dos “estamentos inferiores”, alguns dos quais ganharam visibilidade durante o processo que culminou com a aprovação do PL 16145/19, continuam servindo aos propósitos da esquerda, sempre interessada em levar a guerra de classes para dentro dos quarteis.
Tempos atrás, foi o “capitanismo”, movimento criado artificialmente e inflado pela mídia esquerdista a partir do posicionamento de um único e obscuro oficial, hoje excluído das fileiras do Exército. Não deu certo.
No cenário atual, a bola da vez são personagens que – apesar de coadjuvantes – compuseram o pano de fundo do cenário político que pontuou as tratativas da reestruturação da carreira dos militares.
Nos últimos dias, páginas como o Vermelho.org, do PCdoB e outras de mesmo viés ideológico tem repercutido as declarações do Presidente da Associação Nacional dos Militares do Brasil (ANMB), o cabo reformado do Exército Marcelo Machado em entrevista à Agência Pública, que defende com entusiasmo as pautas da esquerda.
“Cabos e soldados estão com raiva do presidente e dos oficiais”, declarou Marcelo. “As categorias que representam as bases militares estão decepcionadas. É como uma louça que se quebra. Não há conserto”, afirma.

Fala sério!
Chamado de “sindicalista” pela Pública, o dirigente informa ter ouvido de fontes do governo e de oficiais da ativa pedidos para que segurasse o ímpeto dos praças para evitar divisão nas Forças Armadas.
– Que ímpeto? Que divisão, cara- pálida?
Marcelo atribui a si um protagonismo que simplesmente “non ecziste”! No contexto atual, a ANMB por ele presidida representa o mesmo que certo “instituto” de um homem só, inventado para para ter espaço nas discussões da comissão especial que tratou do PL na Câmara: rigorosamente nada!

Amadores
Verdade seja dita, os pretensos líderes das diversas associações militares envolvidas nesse processo foram meros peões no tabuleiro dos profissionais da política. Sem agenda e propostas claras, além de promover uma ou outra algazarra, foram usados pela “bancada da bala”, que, tão logo garantiu a paridade e integralidade para as polícias militares estaduais, tratou de apressar a aprovação do PL na Câmara. Ludibriadas, só restou às lideranças promover um berreiro contra Bolsonaro.
Como se isso não bastasse, deixaram-se seduzir pelo canto de sereia de Glauber e Freixo, cujo interesse sempre foi desgastar Hélio Bolsonaro como candidato à prefeitura do Rio em 2020.

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