Militar foi detido na Espanha ao chegar com 39kg de cocaína em um avião da FAB – AE

Foi realizada uma coletiva de imprensa nesta tarde, no Ministério da Defesa | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP
Em coletiva de imprensa realizada na tarde desta quinta-feira, no Ministério da Defesa, o porta-voz da Força Aérea Brasileira (FAB), major aviador Daniel Rodrigues Oliveira, não detalhou os procedimentos de segurança adotados pela instituição antes do embarque do segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues.
O militar foi detido em Sevilha, na Espanha, ao chegar ao país com 39 quilos de cocaína em sua bagagem pessoal, em um avião da FAB. Segundo o porta-voz, a Força Aérea não está dando suporte ao militar preso, mas sim o Consulado-Geral do Brasil em Madri.PUBLICIDADE
De acordo com o porta-voz, “existem protocolos” adotados pela FAB, mas “o fato em si é objeto da investigação e corre sob sigilo”. Perguntado reiteradas vezes por jornalistas sobre quais são os procedimentos adotados frequentemente pela Força Aérea, o major afirmou apenas que a praxe é que tripulantes passem por revista.
“Existe um controle dos tripulantes e das bagagens”, afirmou, acrescentando que procedimentos de segurança incluem a adoção de medidas “que sejam raio-x e tudo aquilo que seja necessário”. Ele, no entanto, não especificou que medidas são essas.
“Nos voos da FAB, em geral, de certa forma, existem procedimentos. Vai depender da infraestrutura de cada aeroporto onde vai ser essa operação. Os voos da FAB são submetidos, seja tripulação ou bagagem, a revistas, a tipo de inspeção que possa a vir a ser comprovado. Vai depender da infraestrutura de cada aeroporto”, disse.
De acordo com o porta-voz, os procedimentos adotados só serão conhecidos com a conclusão do inquérito policial militar instaurado ontem. “Para que a gente consiga ter a resposta, precisamos esperar o inquérito. Quando for concluído o inquérito, que tem a data de 40 dias mais 20 dias, vai ter a conclusão deste processo.”
CORREIO DO POVO/montedo.com
Respostas de 3
O Senhor, Montedo, podia colocar matérias sobre como o Exército está tratando os praças. Sobre essa racionalização que prejudicou a maioria dos praças. Uma redução absurda que teve umas das justificativas como redução para previdência. Por que não diz que para oficias nada aconteceu? Por que não comenta que para os lordes em suas promoções não são ultrapassados por outras turmas mas modernas? Por que não diz que os OTT, STT apadrinhados estão ocupando os claros que deveriam ser dos praças? Que muitas promoções são por apadrinhamento também? Sobre a operação acolhida, que apenas os praças ficam alojados em quartéis, sem direito nem a um ar condicionado ligado, pois o comandante da OM não autoriza, enquanto os oficiais ficam em hotéis com todas as regalias? Que mesmo com redução dos refugiados as cotas subsistência ainda é a mesma?
As matérias sobre o Sgt da FAB já estão no limite.
O Ministro disse que não haverá condescendência…então, Sr Ministro, me aponte onde e quando, com quem já houve condescendência nas FFAA??? Qualquer coisa é sindicância, sendo que, a partir deste momento , o militar já é considerado culpado. Se for apurado que ele não teve culpa nem dolo, fica por isso mesmo.Quem não viu isso em alguma OM ? Aí vem alguém falar em apurar rigorosamente sem condescendência! Ora, essa gente demonstra pouco ou nenhum conhecimento sobre a vida militar.
Sigilo = medo