“Não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos”, afirmou presidente em exercício
Agência Brasil
O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, afirmou que o Brasil não vai interferir na política interna da Venezuela. Nesta quarta-feira, o líder da oposição Juan Guaidó se declarou presidente interino do país. O Brasil, os Estados Unidos e outros países reconheceram a legitimidade do ato.
“O Brasil não participa de intervenção. Não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos de outros países”, disse Mourão sobre a situação no país vizinho.
A Justiça do país, controlada por apoiadores de Maduro, anulou todos os atos da Assembleia Nacional, que era presidida por Guaidó. Questionado sobre qual será a posição do Brasil em caso de uma prisão de Guaidó, Mourão afirmou que só poderá protestar: “O Brasil só pode protestar, né? Não vai fazer mais nada além disso”, disse, ao deixar o Palácio do Planalto, no início da noite.
O presidente em exercício acrescentou que será preciso aguardar as consequências da decisão do Brasil e de outros países em rejeitar o governo de Nicolás Maduro. “O presidente (Bolsonaro) tomou uma decisão em conjunto com os outros presidentes dos países americanos de não reconhecer o governo do Maduro pela questão da ilegitimidade da eleição. Vamos aguardar as consequências desse ato”.
CORREIO DO POVO/montedo.com
Respostas de 6
Um vice incompetente? Que vai sempre contra as declarações do presidente. muito estranho isto……Como pode declarar isto se Bolsonaro disse que é a favor da deposição de Maduro? Senhores não duvido de um golpe contra Bolsonaro.
Cadê os militares “brabão”, “sangue nos óio” (que pagam de combatentes na frente dos civis mas é só falar em campo que já não querem sujar seu coturno extra brilho e sua farda nova e passada) pra cerrar no vice-presidente e faze-lo mudar de ideia, dizendo que derramaria seu sangue na luta, mas que na hora H mandaria um mais moderno no lugar dele? kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Brincadeiras a parte, deixemos os venezuelanos resolverem seus próprios problemas, já que eles mesmos começaram com Hugo Chavez e o resultado vemos hoje. Graças a Deus, eles estão acordando e tentando reverter a situação. Mourão está sendo precavido, já que nosso País é da turma do “deixa disso” e só se envolveria se houvesse alguma vantagem nisso.
Já imaginou do que escapamos? Começou com o Lula,duas vezes, depois veio a Dilma por duas vezes também e, quase, ia sendo o “poste”, pro Lula mijar nele.No final estaríamos na mesma inflação da Venezuela, que era a meta da Dilma.
Nossa salvação foi a Dilma querer o segundo mandato. O PT rachou. Falaram tanto mal dela para ela desistir, que quando se deram conta, o movimento contra ela já corria sozinho. Lula queria que ela governasse uma vez, aí ele voltava. Mas ela foi gananciosa e quis ficar. Lascaram-se. Amém
O vice presidente está certíssimo. O Brasil nunca fez, não vai e nem deve intervir militarmente em pais nenhum. Mesmo que quisesse, não tem material para isso.O Brasil, talvez, se for solicitado pela ONU, participe com ajuda humanitária, para o novo governo. Já estamos recebendo muitos venezuelanos. Maduro está torcendo para ter algum motivo e provocar uma guerrinha com um vizinho, só para tirar o foco. Ele já nos roubou, xingou o nosso presidente, acusou o nosso país de conluio com os americanos e continua a matar seus cidadãos.Os apoios da Russia, China e Turquia, à Maduro, são apenas por interesses econômicos.Essa história de cortar relações com os americanos é só os bestas acreditarem.Ele adora investir lá.