RJ: Comandante do Exército vê crescer importância da intervenção após crime

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General Villas Boas afirmou que ação militar teve pouca visibilidade até aqui
O general do Exército, Eduardo Villas Bôas, 66, comanda 215 mil homens
General Villas Bôas (Tomaz Silva – Agência Brasil)
MANAUS
Fabiano Maisonnave
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou nesta sexta-feira (16) que o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), na noite de quarta-feira (14), reforça a necessidade da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, decretada há um mês.
“O assassinato aumenta a importância da intervenção”, disse Villas Bôas, durante evento militar em Manaus, ao ser questionado pela Folha sobre o impacto do crime na intervenção.
“Esse crime é mais um de tantos milhares que afetam o dia a dia da população. Portanto é um trabalho extremamente detalhado. Tem de ser amplo, profundo e de longo tempo para nós recuperarmos a percepção de segurança de que a população brasileira precisa”, completou.
Sobre o primeiro mês da intervenção, Villas Bôas afirmou disse que a atuação militar teve pouca visibilidade até agora: “Os problemas, pela sua profundidade, exigem estudos e planejamento detalhado. Mas acreditamos que, agora, no prosseguimento, os resultados começarão a surgir.”
Villas Bôas esteve na capital do Amazonas para participar de troca na chefia do Comando Militar da Amazônia. Após dois anos, o general Geraldo Antonio Miotto passou o cargo para o colega César Augusto Nardi de Souza.

Respostas de 2

  1. A ECEME não é doutorado? kkkk , Como é que o exército aceita cair numa furada dessa? Já fomos enganados no alemão ( 02 anos de ocupação e gastos e voltou tudo ao que era antes , na maré mais dois anos de ocupação e gastos milionários e o PMDB corrupto não cumpriu sua parte) e agora somos enrolados pela terceira vez?
    Assinado: General Africano.

    P.S.31 de Dezembro de 2018, fim da intervenção e data da desmoralização do Exército. CAI FORA ENQUANTO É TEMPO !

  2. As coisas estão se agravando e corre-se o risco de intervenção federal no Estado do Rio. Para ficar desfilando tropas pelas ruas ou ficar, tipo, fiscal de rua, não vai assustar bandido nenhum.

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