Escolha uma Página
Entrevista com o Candidato a DEPUTADO DISTRITAL, SARGENTO GENIVALDO. Número 45.178, partido PSDB-DF.
Ao longo dos últimos anos o Sargento Genivaldo tem sido um dos militares mais ativos na crescente luta por melhores condições para os militares das Forças Armadas, as reuniões que conseguiu realizar, junto com outros membros da família militar, levaram membos do Ministério da Defesa a audiência pública, onde foram duramente sabatinados e questionados sobre a situaçao salarial dos militares. Veja abaixo algumas de suas posições e planos para o futuro, caso consiga uma cadeira no legislativo do Distrito Federal.
Revista Sociedade Militar – Militares da reserva, esposas e dependentes realizaram algumas manifestações pedindo reajuste salarial. Nessas manifestações e em outros momentos, alguns fizeram declarações em que diziam que o governo federal ignora os militares, se aproveitando do regime diferenciado a que estes estão submetidos, o que inclui a proibição de realizar greve ou paralisações de caráter reivindicatório. Outros dizem ainda que a isso de soma uma espécie de revanchismo, já que vários membros do alto escalão federal nos últimos anos, inclusive a Presidente, foram sancionados nos anos 70 e 80 pelo governo então chefiado pelos militares.
A Forças Armadas estão diretamente subordinados ao executivo, inclusive o processo legislativo, no que diz respeito a reajuste de salários, não pode ser iniciado por deputados ou senadores, por força do artigo 61, que dá exclusividade ao governo federal para isso.
Muitos candidatos dizem que reconhecem que há certo “enfraquecimento” das Forças Armadas, obviamente esse enfraquecimento inclui o abatimento moral causado por dívidas e poder aquisitivo cada vez mais baixo. Atualmente um piloto de caça, que tem a responsabilidade de conduzir uma arma que custa milhões de dólares, com poder de fogo capaz de destruir centenas de pessoas, ou seja um homem da mais alta confiança, com capacidade para passar na maioria dos concursos e assediado para ocupar cargos em várias empresas, recebe menos do que um condutor de elevador do Senado.
Revista Sociedade Militar – Levando em consideração tudo isso:
a) O senhor concorda que existe esse abatimento moral causado pela perda de poder aquisitivo?
Sargento Genivaldo – A falta de perspectivas gera um desconforto, principalmente diante, também da falta de uma representação que possa denunciar e lutar em prol da família militar. A vida castrense, em razão da disciplina e hierarquia, o que é benéfico à instituição, causa em casos como este, uma impotência. A queda do poder aquisitivo implica as vezes até em endividamento e isso, realmente abate. É necessária a formação de uma bancada para representar as Forças Armadas, pois, ao que parece, além do revanchismo, quebrar a cadeia hierárquica certamente vai beneficiar alguns setores que tentam, também acintosamente, desmoraliza-las. Precisamos ficar atentos, pois premeditado ou não, proletarizar a base da pirâmide castrense, salvo melhor juízo, deve beneficiar forças, aparentemente ocultas.
b) Quais vão ser suas principais “bandeiras”?
Sargento Genivaldo – Enfrentando, como, sempre fiz na presidência da AMARP/DF, além de cumprir a legislatura PRÓ-DF, através dos “atalhos” no executivo e legislativo federal lutando pelos anseios da família militar. Peço que todos consultem meu Facebook “Sargento Genivaldo 45178”. Assim vão ver as minhas lutas ao longo de vários anos e as propostas. Dentre as lutas encontram-se as promoções no QE, que teve inicio em 12/04/10, com exposição de motivos ao CMT do exercito, ao ex-presidente da republica e ao Ministério da Defesa. Nessa fomos vitoriosos.

Revista Sociedade Militar – Junto com outros personagens já conhecidos da família militar, o senhor tem estado a frente de manifestações e reivindicações. O senhor como deputado, se for necessário, usará o poder de mobilização e estrutura que terá para encabeçar manifestações por melhores condições para os militares das Forças Armadas?
Sargento Genivaldo – Não tenho duvidas: Estarei trabalhando para mobilizar os inativos e pensionistas, por melhores condições para os militares das forças armadas. Falo em inativos e pensionistas, porque a ativa não deve se envolver, caso contrario estaremos fazendo o que realmente alguns setores, ao que parece, desejam. Estamos perfilados, com base na hierarquia e disciplina – Ativos e inativos, mas somente os inativos têm amparo em lei para se manifestar. Ninguém vai quebrar nossa união tentando implantar por algumas vias, as insatisfações. Sabem onde está a origem dos nossos problemas!
Revista Sociedade Militar – O senhor acredita que poderia ser estipulado em lei um limite de horas extras trabalhadas para militares das forças armadas – a exemplo do que é pleiteado por policiais de vários estados da federação – obviamente com exceções quando fosse decretado estada de calamidade, emergência ou outras situações de crise?
Sargento Genivaldo– Sim, pois o militar tira um serviço de 24 horas e depois responde o expediente. A lei coloca o militar como diferente, mas estamos sendo tratados de forma desigual a nível de benefícios ao contrario, estamos aquém do mínimo nesses direitos.
Revista Sociedade Militar – O senhor tem algo a acrescentar?
Sargento Genivaldo – Sim, desejo exortar aos militares, principalmente aos mais jovens, a pesquisar sobre os feitos das Forças Armadas ao longo da historia brasileira, pois é a única forma de descortinar verdades, e entender o porquê das coisas que vem acontecendo.
Temos que valorizar as FORÇAS ARMADAS.
SARGENTO GENIVALDO. Número 45.178, partido PSDB-DF.
Sociedade Militar/montedo.com

Visite o site Sociedade Militar e tenha acesso às entrevistas de outros candidatos.
Skip to content