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| General americano John Kelly |
A Rússia está aumentando significativamente sua presença militar na América Latina, alertou o general no comando das Forças Armadas dos Estados Unidos, John Kelly.
“A Rússia está tornando mais intensivas suas ações na região, trabalhando com os países que por vários motivos não podem cooperar com os Estados Unidos. Estamos falando sobre a luta contra o tráfico de drogas”, declarou Kelly.
“Os russos enviam bombardeiros com um amplo raio de ação. Isso não acontecia há muitos anos. A Rússia também não enviava navios militares para o Caribe desde 2008, mas há cerca de seis meses enviaram um grupo de seis navios. Dois já estão no Caribe”, disse Kelly.
De acordo com o general, a Rússia está trabalhando nas áreas onde os americanos não podem trabalhar. “Os russos estão reforçando sua influência”, completou.
No final do ano passado, o Parlamento da Nicarágua aprovou a participação de militares russos na vigilância realizada pelo exército nicaraguense nas suas águas no Caribe e no Oceano Pacífico entre 1º de janeiro e 30 de junho deste ano. O principal objetivo dessas operações é a luta contra o tráfico de drogas.
Em 2013, os países da América Latina gastaram mais de US$ 1,5 bilhões em armamento russo.
O principal produto é o helicóptero Mi-17. Os mercados mais importantes na América Latina para a Rússia são o Brasil, a Venezuela e o Peru. A Rússia planeja participar da Feira de Defesa FIDAE 2014, que será realizada no Chile.
Editado por Folha Política
BOA INFORMAÇÃO/montedo.com

Respostas de 2
É porque a Rússia não fica de lenga-lenga nem espiona,ela vende seus armamentos e ponto final.pagou, levou.Os Estados unidos só vendem quando tem algum interesse político envolvido. YANKEES GO HOME!
Passou a última década pesquisando os hábitos políticos dos americanos, inicia seu trabalho com a evidencia de que muitos americanos simplesmente não estão envolvidos na politica local, salvo talvez em questões que digam respeito a seu bolso.Na falta de atenção pública, elites motivadas , bem financiadas e às vezes radicais, capturam o processo legislativo em muitas capitais estaduais.Os legislativos são vuneráveis aos que acreditam com mais ardor numa causa, aqueles que ainda se preocupam o suficiente para arranjar tempo, levantar recursos, votar e fazer pressões.As pessoas que participam de governos locais e estaduais não costumam ser representantes das massas.Elas tendem a ser elites politicas muito engajadas – 15% da população que acha que esta combatendo esta guerra cultural.Tudo isso contribui para uma democracia saudável ?.Se 80% do eleitorado se mantem a margem, essa é uma receita para a demagogia e o cinismo.Samuel Abrams,prof. em Stanford- Estadão-31.03.2013-pg.A13.