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‘Tenho que ir com calma’

Ancelmo Góis
De Celso Amorim, terça, para os membros da Comissão da Verdade que foram pedir que as Forças Armadas fizessem elas próprias a investigação sobre locais de tortura em dependências militares na ditadura:
— No Itamaraty, eu podia ser guerreiro. Mas aqui no Ministério da Defesa eu tenho é que ser diplomata.
É. Pode ser.
O Globo/montedo.com
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