Escolha uma Página
Justiça de Resende concede liberdade provisória a cadete da Aman
Dicler de Mello e Souza
Resende – A assessoria da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) confirmou na tarde desta terça-feira (8) que a 1ª Vara Criminal de Resende concedeu alvará de soltura, determinando assim a liberdade provisória do cadete Felipe Duarte de oliveira, de 23 anos. Ele foi indiciado por tentativa de homicídio, pela delegada adjunta da 89ª DP (Resende), Erica Júlio Batitucci, por se envolver – há cerca de duas semanas – num acidente na Via Dutra, próximo à entrada de Penedo, depois de entrar na rodovia na contramão, no sentido São Paulo.

Leia também:
Cadete da AMAN dirige na contramão na Via Dutra e causa acidente: oito feridos

Cadete que provocou acidente é autuado por tentativa de homicídio e recebe voz de prisão

A batida deixou oito pessoas feridas. O cadete dirigia um Prisma e estava acompanhado de Vanessa Roberta Dinis, Mailana Lovson Pimenta, ambas de 19 anos, e Fernanda Ribeiro da Silveira, de 17. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, as três jovens também ficaram feridas e foram levadas para um hospital particular da cidade.
Eles tinham acabado de sair de uma exposição agropecuária, comercial e industrial, no Centro de Resende, no dia 29 de setembro, quando o militar bateu de frente com o Fiesta, placa LLM-2609. O carro era dirigido por Carlos Alberto Martins de Souza, 56 anos, que viajava com a família de Volta Redonda, onde mora, para Aparecida, em São Paulo.
Além das pessoas que estavam no carro com o cadete, ficaram feridos Carlos Alberto, também, a mulher dele, Maria Gomes Santos Souza, 51 anos, que estava no banco de trás com a nora, Luzia Maganha Vargas de Lorena, 26 anos, e a neta Antônia, de dois meses. O cadete recebeu voz de prisão ainda quando estava internado no Hospital Samer e ficou sob escolta de soldados do Exército.
Atualmente, o cadete encontra-se internado no Hospital Escolar da Aman, aguardando recuperação de cirurgia. O comando da Academia abriu um procedimento administrativo para apurar as circunstâncias do fato e a conduta ética-profissional do militar, “já que a situação penal será julgada pela justiça Comum, por não se tratar de crime militar”, segundo informou a Aman.
DIÁRIO DO VALE/montedo.com
Skip to content