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O Exército da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) encontra-se em estado de alerta, enquanto os Estados Unidos, a Coreia do Sul e o Japão realizam novos exercícios navais conjuntos, no sul da Península Coreana, considerados provocativos pela Coreia Popular. O estado de alerta foi informado pelo Estado Maior das Forças Armadas da RPDC nesta terça-feira (8).
USS Cheyenne
O submarino de capacidade de ataque nuclear, USS Cheyenne chega a uma base naval da
Coreia do Sul em março deste ano. Segundo a marinha estadunidense, é um dos submarinos
de ataque nuclear “mais capazes do mundo”. (Reuters)
Através do comunicado, as forças armadas da Coreia Popular declaram-se preparadas desde sábado (5) para iniciar qualquer ação, a qualquer momento, enquanto os Estados Unidos continuarem com as manobras navais conjuntas com o Japão e a Coreia do Sul.
As autoridades norte-coreanas consideram uma ameaça para o seu país este tipo de exercícios navais, já que o submarino estadunidense George Washington (que transporta mísseis balísticos equipados com ogivas nucleares), deve se somar a estas manobras, desde segunda (6) até quinta-feira (10), no Mar do Sul, na região da Península Coreana.
De acordo com a nota, a Coreia Popular culpa os Estados Unidos pela responsabilidade única “pelo horrível desastre que resultar de um ataque nuclear contra as suas forças imperialistas”.
O governo de Pyongyang afirmou que falar de desarmamento nuclear enquanto os Estados Unidos empenham-se “em tramar um complô para invadir o país” demonstra o discurso duplo de Washington.
A manobra retoma uma situação de tensão entre a Coreia Popular e a Coreia do Sul, que vêm investindo em um processo de reaproximação e estreitamento de laços nacionais, embora a presença militar estadunidense na região seja ressaltada pelos norte-coreanos como o principal entrave ao estabelecimento da paz entre os dois países.
Com informações da HispanTV
Vermelho/montedo.com
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