Exército e polícia apreendem explosivos no interior de São Paulo

Polícia Civil e Exército apreendem explosivo
Pedreira onde material estava havia sido alvo de averiguação ano passado e explosivo foi encontrado
Material apreendido seguirá para análise no Instituto de Criminalística
Material apreendido seguirá para análise no
Instituto de Criminalística (Vera Gonçalvez/Ag. Bom Dia)
Com um mandado do Ministério Público Federal, a equipe de fiscalização de produtos controlados do Exército e da Polícia Civil fez uma apreensão de explosivos caseiros em uma pedreira nesta quinta-feira (5), em Morungaba.
Homens do 12º GAC (Grupo de Artilharia de Campanha) e equipes da Delegacia Seccional de Jundiaí foram até o local, onde encontraram mais de um quilo de pólvora negra. A pedreira já havia sido alvo de investigações no ano passado, quando a polícia procurava informações sobre desvios de explosivos. Estes seriam utilizados em ataques a caixas eletrônicos da região.
Na ocasião, o dono da pedreira foi preso em flagrante pelo uso de explosivo ilegal e foi autuado por crime ambiental e por crime contra a lei do desarmamento. De acordo com os investigadores, a pedreira tem autorização para extração manual e utilizava explosivos irregularmente.
Em março deste ano, a empresa assinou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) se comprometendo a não utilizar mais explosivos. O MP emitiu um mandado de averiguação e, na quinta-feira, as equipes localizaram os explosivos novamente na pedreira. O material foi apreendido e apresentado no 6º Distrito Policial de Jundiaí. Após a elaboração da ocorrência, seguiu para o IC (Instituto de Criminalística) da cidade e depois será encaminhado para o 12º GAC, onde será devidamente armazenado.
Segundo representantes do Exército que participaram da operação, o material apreendido é conhecido como anfo, uma mistura de nitrato de amônia, óleo diesel, além de carvão com salitre.
A polícia agora vai investigar o real proprietário dos explosivos, já que atualmente a pedreira está arrendada para 30 exploradores. Para utilizar os explosivos, a empresa precisaria de autorização da Polícia Civil e do Exército, além de contratar um especialista no manuseio do material. A investigação sobre o uso do material em caixas-eletrônicos continua.
AGÊNCIA BOM DIA/montedo.com

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