Exército investiga suposta briga dentro de Tiro de Guerra na Bahia

Exército diz que vai apurar briga dentro do Tiro de Guerra de Camaçari
A família do rapaz acusa atirador do Tiro de Guerra de Camaçari (TG 06-026) de agressão
Briga teria ocorrido dentro da sede do Tiro de Guerra (Foto: Nelinho Oliveira – Site da Prefeitura Municipal)
O Exército informou, através de nota, na manhã desta sexta-feira (19) que abriu sindicância para apurar uma briga entre um jovem e um atirador dentro do Tiro de Guerra de Camaçari (TG 06-026) – órgão de formação de reserva para prestar o serviço militar inicial. A família do rapaz acusa o soldado de agressão.
Segundo informações da Seção de Comunicação Social da 6ª Região Militar, o conflito aconteceu por volta das 9h, da última quarta-feira (17), envolvendo um atirador do comando.
De acordo com o Tiro de Guerra, o atirador Jequison Soares do Carmo procurou Renan Lago dos Santos para entregar alguns documentos e orientá-lo a pedido do Secretário da Junta de Serviço Militar. Renan teria “falado palavras de baixo calão e tentado tomar a documentação das mãos do atirador”, informa a nota.
Jequison, então, teria pedido que o rapaz se controlasse. Mesmo assim, Renan teria agredido o atirador com um tapa no rosto, que revidou com um soco no olho esquerdo do rapaz. Ainda de acordo com o Exército, Renan foi expulso do Tiro de Guerra.
Outros atiradores afirmaram que presenciaram a briga e foram ouvidos pelo Exército. O rapaz e a família também serão ouvidos pelo Exército e a investigação deve ser concluída em 30 dias.
Correio24Horas/montedo.com

Uma resposta

  1. O rapaz foi expulso do TG? Olha, o procedimento correto seria a prisão do civil por crime impropriamente militar. Se o TG não tem estrutura para manter preso o civil, que o mesmo fosse levado a uma delegacia de polícia. A simples "expulsão" do civil das dependências do TG desmoraliza a Administração Militar. Talvez nossos Sargentos dos TG necessitem de uma instrução mais pormenorizada de direito penal militar, pois estão sozinhos nas localidades e precisam ter um bom conhecimento técnico para o enfrentamento de situações como esta.

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