Peças de museu? Não! Armamentos da tropa de elite do Exército.

Entrei no Exército em 1979. Na época, o FAL e seus ‘irmãos’ PARAFAL e FAP, com tecnologia da década anterior (1964), era utilizado desde 1973, ao menos. Lá se vão, portanto, quarenta anos.
Já o modelo dos morteiros de 60 e 81mm (prato:3-2! – tambor: 1-0-0!) é da Primeira (P-R-I-M-E-I-R-A) Guerra Mundial. A metralhadora .50 também é pré-Segunda Guerra.
Esse armamento, ao invés de estar num museu, é usado pela Brigada de Infantaria Paraquedista, tropa de elite do Exército Brasileiro!
Ao General Modesto, só resta reconhecer a ‘vontade do pessoal […] em encontrar formas de, com o material que a gente dispõe, fazer o máximo‘. Profissionalismo que, aliás, nunca faltou aos pequedês.
A dúvida que fica é saber o que esse máximo poderia fazer contra um exército bem equipado.

11 respostas

  1. O gen sabe colacar o distintivo corretamente, "conforme manual"…O melhor atributo ainda é a verdade.Tropa de elite é? mas que botada…

  2. Meu amigo montedo apenas para esclarecimiento, a metralhadora .50 e morteiro 81 ainda sao utlizados (esses modelos) em larga escala pela OTAN concordo que aquela peca de 60 eh antiga e muitas Unidades do EB nao mais a utilizam.

  3. Pô!!!!!!!! Ôooooo clase desunida…
    Não sabe o que criticar, fala do símbolo da boina…estão com saudades do Catão!!!!! rsrsrs…

  4. – FAL: como provavalmente a exemplo de muitas OMs, chegou na tropa em 1973 Em nossa OM em santa rosa-RS, o 19.R C Mec, já utilizou o pai na decada de 70, o filho serviu e pode ter utilizado o mesmo fuzil na decada de 90 ( nada impede de ter servido no mesmo Esqd Cav), e se nada mudar o neto, dentro de poucos anos terá a oportunidade, se o destino assim quiser, de utilizar o mesmo fuzil 7,62mm na linha de tiro, que o seu avo atirou na década de 70. Precisa falar mais alguma coisa? estamos ou nao sucateados e mal pagos?

  5. O morteiro 81 mm mostrado é o RO ingles que definitivamente nao é da primeira nem pre segunda guerra mundial. Possuem materiais e armamentos relativamente novos se comparados aos de nossas OM "normais , que nao sao FAR"

  6. O EB têm que se modernizar, inclusive a filosofia de administraçao, deve imprimir em TODOS os seus militares o querer fazer, a empolgação, o ânimo, a auto-estima que há muito se perdeu. O que vemos hoje é guerra dentro da própria força (Of x Praças), material sucateado, preocupações infames, guerra de papel e a maior parte do pessoal se lamentando! O EB têm que ser repensado!

  7. O que falta não é armamento, nem equipamento, nem salário, pois tudo isso depende apenas de uma coisa, de comando. As forças Armadas Brasileiras precisam urgentemente de Comando, o restante é apenas reflexo.

  8. Esta postagem representa a minha opinião pessoal…

    Filosofei á respeito do material antigo…então cheguei a algumas conclusões:
    1- Somos um país que busca a paz, a cada ano formamos efetivos mobilizáveis. O que importa a cada homem formado pelo Exército é o apredizado da Doutrina Militar: saber operar o rádio, utilizar corretamente o terreno entre outros.
    2- Para se combater, há um lapso temporal entre o preâmbulo de uma guerra e sue primeiro capítulo. Com o pessoal já adestrado e mobilizável, entram em cena as requisições do aparato (Comida, uniformes, armamentos modernos etc).
    3- Portanto, a grande preocupação é o do ensino da Doutrina Militar, o Homem é o carro chefe do combate (mínimo de 18 anos para formar um valoroso recruta, enquanto um fuzil, em linha de montagem, se fabrica aos milhares em curto prazo de tempo).
    4_Considero os chefes militares preparados a coordenar os recursos militares e as praças aptas a combater em qualquer localidade do território nacional…
    5_Não era entusiasta das FFAA, mas atualmente, embora com emprèstimos, orçamento apertado etc. Enchergo minha importância de EP Praça na formação de efetivos…
    6- O Papa é argentimo, mas o Senhor Deus é brasileiro…

    Sgt Marcos Sousa…

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pular para o conteúdo