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CGJ entrega 200 armas de fogo para serem destruídas pelo Exército
Ascom CGJ
Juiz da CGJ/AL entregou armas a tenente-coronel
Atendendo resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o provimento nº 36/2011, a Corregedoria-Geral da Justiça de Alagoas (CGJ/AL) entregou, na manhã desta sexta-feira (08), 200 armas de fogo, entre pistolas, revólveres e espingardas, para serem destruídas pelo Exército Brasileiro.
O juiz auxiliar da CGJ/AL Antônio Emanuel Dória representou o Corregedor-Geral da Justiça, Alcides Gusmão da Silva na entrega das armas, que ocorreu no Quartel do Exército, no bairro do Farol.
O armamento, oriundo de apreensões policiais que geraram processos, estava no Centro de Custódia de Armas e Munições do Estado, para onde é encaminhado após a conclusão do laudo pericial, segundo Gilberto Pitágoras, coordenador do centro.
O tenente-coronel Carlos Feitosa recebeu as armas, que segundo ele, serão encaminhadas para destruição, após autorização da base do Exército, que fica em Recife – PE.
“Desde 2011 mantemos esse fluxo de recebimento das armas que estão sob custódia do Poder Judiciário do Estado e que são entregues ao Exército após a conclusão dos processos aos quais estão associadas”, explicou o coronel.
Antônio Emanuel Dória explicou que de acordo com o provimento 36/2011 da CGJ-AL, as armas apreendidas devem ser periciadas, seguirem para o Centro de Custódia para então serem entregues ao Exército.
“A entrega desse lote de armas, que é o primeiro do ano, mostra que o sistema está funcionando. O CNJ recomenda que as armas não fiquem em delegacias nem nas unidades judiciais e o Centro de Custódia tem um limite para armazenamento”, ressaltou o juiz.
Como muitas das armas estão em bom estado de conservação, o magistrado informou que elas poderiam ser doadas à Polícia, caso a legislação fosse revista. Ele disse que existem mais de sete mil munições que poderiam ser doadas.
“O Exército recomenda a destruição, pois as armas compradas pela polícia são adquiridas em lotes, com identificação, o que poderia não acontecer no caso de realizarmos doações, facilitando o uso indevido”, disse Antônio Emanuel Dória.
alagoas24horas/montedo.com
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