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Militares simulam ações contra ataques a setores estratégicos
Já pensando no Pré-Sal, Forças Armadas preparam estratégia de defesa

Defesa. Militares explicam ação de proteção a riquezas estratégicas
Foto: Marcelo Carnaval / O Globo
Defesa. Militares explicam ação de proteção a riquezas estratégicas Marcelo Carnaval / O Globo
ROGÉRIO DAFLON
RIO — Uma operação conjunta das Forças Armadas para simular estratégias de defesas a possíveis ataques a setores de valor estratégicos como portos, refinarias, usinas hidrelétricas e as usinas nucleares de Angra dos Reis. A ação, batizada Atlântico III, foi anunciada em entrevista coletiva na Escola Naval, começou no último dia 18 e irá até o dia 30, sob a coordenação do Ministério da Defesa. Cerca de dez mil militares estão escalados para participar de simulações de ataques nos estados do Rio, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A operação será sobretudo no mar, mas também abrange parte do território nacional. Dois navios de escolta, dois de apoio e dois submarinos, além de três navios-patrulha e seis helicópteros da Marinha do Brasil serão utilizados na ação. Comandante da operação, o almirante de esquadra Gilberto Max diz que a proteção das riquezas estratégicas tem grande relação com o Pré-Sal.
— Essa é a nossa terceira operação, e cada vez mais estamos aprimorando nossas práticas de defesa. E o Pré-Sal está inserido nesse contexto. Mas as ações também serão em terra, como a na Reduc, em Duque de Caxias — diz o almirante.
O Globo/montedo.com
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