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ReproduçãoAtendendo a demanda de exércitos no mundo todo cada vez mais robotizados, a indústria militar israelense decidiu começar a investir em robôs para auxiliar os soldados. Aviões, helicópteros, patrulheiros de fronteiras terrestres e marítimas, e ambulâncias são os máximos expoentes de uma indústria que, como se tratasse de um videogame, procura deixar o soldado em um lugar seguro na retaguarda. Com novos sistemas através de controle remoto que assumem progressivamente as missões de patrulha.
Uma de suas missões primordiais em Israel é a proteção por controle remoto da sempre volátil fronteira com a Faixa de Gaza, onde são frequentes os ataques de milicianos palestinos contra unidades militares que patrulham a cerca eletrônica de separação. O Departamento de Sistemas Motorizados da Brigada Tecnológica Terrestre do Exército Israelense tem sob sua responsabilidade o manejo do Guardium, um pequeno veículo terrestre não tripulado (UGV, na sigla em inglês) fabricado pelas Indústrias Aeroespaciais Israelenses (IAI).
Os primeiros aviões não pilotados entraram em serviço com a Força Aérea israelense há cerca de 15 anos, e prestaram serviço em cenários bélicos por todo o mundo. Favorável desde sempre à ciência, Peres constituiu em 2006 um grupo de trabalho de 15 cientistas israelenses com o propósito de enfrentar os desafios do futuro, e que trabalham em sistemas tão inauditos que em muitos casos nem sequer o cinema de ficção científica chegou a imaginar, como por exemplo uma vespa biônica espiã Os microaviões Mosquito e Ghost pertencem a uma nova geração de diminutos aparelhos para a guerra urbana, a luta contra o narcotráfico e o terrorismo. Mas não têm em absoluto a última palavra.
180graus/montedo.com
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