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Rio+20 termina sem nenhum registro de incidente grave
Ação integrada das Forças Armadas garantiu êxito do plano de segurança
O trabalho articulado entre militares das Forças Armadas e os recursos técnicos e equipamentos utilizados são alguns dos elementos que determinaram a tranquilidade e garantiram a segurança dos participantes da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Nenhum incidente grave foi registrado ao longo dos dez dias do encontro que reuniu 209 delegações internacionais e um público de cerca de 50 mil pessoas.
O plano de segurança contou com a participação de 24.833 militares e civis. Durante o período da conferência, houve a utilização de 1.698 veículos, além de 33 navios e embarcações, 27 helicópteros, oito aeronaves e um Veículo Aéreo Não Tripulado (Vant).
O planejamento das ações de segurança da Rio+20 foi elaborado pelo Ministério da Defesa, sob coordenação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA). A execução ficou a cargo do Comando Militar do Leste (CML) do Exército e contou com a participação da Marinha, Aeronáutica, além de várias instituições de segurança pública federais, estaduais e municipais.
Durante o período da conferência, as tropas atuaram na extensão de 50 quilômetros – desde a Base Aérea do Galeão e do Aeroporto Internacional Tom Jobim até o Riocentro. O plano de segurança teve por finalidade a proteção de 93 chefes de Estado e de Governo, num total de 209 delegações, bem como a participação de representantes da sociedade civil. Foram investidos R$ 96,160 milhões nas atividades de segurança.
Para o chefe do EMCFA, general José Carlos De Nardi, a integração entre as forças envolvidas no esquema de segurança foi fundamental para o bom desempenho das ações na conferência. “A ampla integração entre as instituições envolvidas fez com que aquilo que planejamos ocorresse sem qualquer incidente”, destacou. “Com a Rio+20, ganhamos experiência para os próximos grandes eventos”, acrescentou.
Tecnologia 
Um dos pontos importantes para o sucesso da operação foi o uso de mais recursos de tecnologia. Diferentemente do que ocorreu na Rio 92, as Forças Armadas reduziram o emprego ostensivo de armamentos e blindados.
A defesa cibernética requereu expressiva atenção no planejamento. No Riocentro foi montado o Departamento de Defesa Cibernética para realização do monitoramento de ações que colocassem em risco setores controlados por computadores conectados à internet. Na prática, técnicos integrantes do CDCiber, sediado em Brasília, trabalharam com a finalidade de evitar ataques de hackers. Durante a conferência ocorreram 124 eventos contra redes ou sítios, mas todos foram neutralizados pelos profissionais envolvidos na execução da tarefa.
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Pantanal News/montedo.com
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