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UNASUL propõe forças armadas integradas, disse ministro venezuelano
Assunção, 6 jun – O ministro de Defesa da Venezuela, general Henry Rangel, afirmou aqui que a União de Nações Sul-americanas (UNASUL) defende hoje a integração e consolidação das forças armadas dos países membros do bloco.

Em declarações à Prensa Latina, Rangel indicou que não é possível que sigam existindo na sub-região somente forças armadas de países amigos, e que devem se converter em forças armadas sul-americanas.
Rangel assistiu à recém concluída VI Reunião do Conselho Sul-americano de Defesa e propôs que a mencionada integração deve abarcar os aspectos político, ideológico, técnico e militar de ajuda entre os países, permitindo superar qualquer desequilíbrio.
Trata-se de um entendimento baseado no princípio de que jamais se repetirão conflitos internos na América do Sul e estaremos assim potenciando umas forças armadas para o desenvolvimento acima de tudo, afirmou.
O ministro venezuelano qualificou como muito importante a apresentação feita das despesas de defesa das nações da área, porque gera confiança entre os Estados sul-americanos e permite demonstrar a contribuição dada por cada um à segurança, unidade e desenvolvimento da região.
Destacou que na reunião que termina hoje, foi consolidado o Conselho como entidade em constante atividade, articulando a verdadeira integração das forças de defesa da UNASUL.
Em outra parte de suas declarações, Rangel apontou que a indústria militar sul-americana está tomando muita força, e que essa indústria deve se desenvolver em função da força e potência dos países integrados.
Isso diminuirá a dependência tecnológica de outras nações de fora da região e, evidentemente, é algo muito positivo para as forças armadas, enfatizou.
Finalmente, sentenciou que a amizade e confiança existente entre os titulares de Defesa e o apoio dos presidentes e chefes de Estado ajuda na implementação dos planos atualmente em desenvolvimento pela América do Sul.
Prensa Latina/montedo.com

Comento:
Esse ‘gardelão’ venezuelano nada mais faz do que repetir o discurso ‘bolivariano’ do tiranete Chávez e de outros aspirantes à ditadores da AL, Evo Morales à frente. Trata-se de uma ação orquestrada que obedece às diretrizes do Foro de São Paulo. 
Registre-se que esse viés de pensamento tem muitos apoiadores na esquerda brasileira, principalmente no PT de Lula, este um  integrante da primeira hora do Foro que, após a queda do muro de Berlim e da falência completa do modelo comunista, reuniu as viúvas do marxismo  e reabilitou as ideias de Antonio Gramsci, para mostrar que um ‘outro mundo é possível’.
Como diria o ‘filósofo’ Cléber Bam-Bam, ‘inclua-nos fora dessa’.
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