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Em sentido horário, José Carlos Dias, Gilson Dipp, Cláudio Fonteles, Maria Rita Kehl, José Paulo Cavalcanti Filho e Paulo Sérgio Pinheiro, membros do grupo que investigará violações dos direitos humanos na ditadura (Folhapress)
Apesar de terem condenado durante meses a criação da Comissão da Verdade, setores militares que temem “revanchismo” reagiram discretamente aos integrantes escolhidos pessoalmente pela presidente Dilma Rousseff e só manifestam uma preocupação: a de que a comissão venha a desembocar na revisão da Lei da Anistia.
A informação é de Eliane Cantanhêde, publicada na Folha deste sábado (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Dos sete membros anunciados anteontem, só houve alguma resistência à advogada criminalista Rosa Maria Cardoso da Cunha, que defendeu Dilma à época em que a atual presidente foi presa, processada e torturada durante a ditadura militar.
O Planalto anunciou os membros da comissão na última quinta-feira.
BOA Informação/montedo.com

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