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Trechos de uma mensagem recebida por e-mail de um coronel da reserva, que esteve presente no painel promovido pelo Clube Militar na tarde de ontem (29), ‘1964: A Verdade’ e teve que enfrentar o ‘corredor polonês’ organizado pela turba que cercou o prédio da entidade.
“Fomos protegidos pela briosa Polícia Militar do Rio De Janeiro, sob o comando de um governador que é da base de apoio da presidente e unha e carne dela, mas nos concedeu apoio.”

“… pode ficar certo que a omissão de tantos quantos se esconderam atrás dos cargos, no Comando da Força, no CML etc.. Logo cedo, estarão na reserva e sofrerão o castigo divino, na fila da SIP, no hospital militar ou de área e enfim, ocultadas suas excelências pela ausência de uniformes estrelados ou do acompanhamento de acólitos, assistentes, AjO, Aux EM etc. e aí, meu irmão, se lembrarão de que quando tiveram a força nas mãos, deixaram à própria sorte os companheiros que juraram proteger perante a Bandeira do Brasil.
Fomos protegidos pela briosa Polícia Militar do Rio De Janeiro, sob o comando de um governador que é da base de apoio da presidente e unha e carne dela, mas nos concedeu apoio.
Não tenham dúvidas: estamos órfãos e deixados à própria sorte!
Como a vida imita a arte, esse abandono deliberado de quem pode nos defender, lembra-me a novela “Avenida Brasil”, em que uma órfã é abandonada num lixão, para ser catadora de lixo para um explorador de menores. somos a menina “Rita”…
Quando os militares das altas esferas desprezarão avidez de benesses futuras, embaixadas, observador da ONU, integrante do conselho de administração das cabidobrás e se dedicarão à sua força e a seus integrantes?
Somos da reserva, mas somos tão militares quanto eles. Não somos inativos: somos da reserva e já demos a nossa cota, protegendo-os em outras circunstâncias.
Se não tivesse havido a contrarrevolução de 31 de março de 1964, o que seria o Brasil hoje – quando esses pulhas comemoram 90 anos de fundação de agremiações esdrúxulas e que tanto mal fizeram ao Brasil? 
Os cerca de dois bilhões destinados a esses subversivos: assassinos, ladrões de banco, de cofre e de trem pagador, sequestradores, justiçadores, terroristas de atentados à bombas, saíram de nossos bolsos, desse escorchante e voraz fisco brasileiro, que tira tanto do povo para nada fazer.[…]
Lembrem-se que esse PC do B foi o autor intelectual da guerrilha do Araguaia e do mesmo modo que aliciou essa horda de desordeiros, estudantes vai com as outras, para evitar uma lídima comemoração na nossa casa, os levou para aquela derrocada nos campos de luta da guerrilha e hoje, sem a menor cerimônia, pergunta pelos seus desparecidos. E os nossos? Não tivemos direito a essas desavergonhadas indenizações, que a presidente receberá por esses dias, por ter participado até de atentados com mortes, como: Estela, Vanda, Dulce etc.”
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