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Para certas mentes bitoladas, ‘qualquer asinha de grilo já dá uma sopa’, como diz o gaúcho. Circula pela web, entre altas pantufas (pois os coturnos já foram pendurados há tempo), uma suspeita de que os recentes acidentes envolvendo navios da Marinha (a saber: incêndio no porta-aviões São Paulo, afundamento da chata com combustível na Antártida e incêndio na Estação Comandante Ferraz) possam ter outras causas que não as citadas até agora como prováveis (equipamentos defasados, navios-sucata, escassez de recursos, falha humana por elevado estresse). 
Os estrelados de pijama cogitam a hipótese de sabotagem, motivada pelo arrocho financeiro a que os militares estão sendo submetidos.
Que Dilma e o PT não saibam dessa teoria tresloucada. Seria um ótimo pretexto para desviar o foco das notórias precariedades materiais das Forças Armadas, mascaradas pelo alto profissionalismo dos militares, que fazem das tripas, coração para que seus equipamentos obsoletos (de fogões de campanha a porta-aviões) funcionem a contento para que as missões sejam cumpridas.
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