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Estrutura do Brasil na Antártica estava obsoleta, diz reitor da Unisinos
Três pesquisadores da universidade atuavam em base que pegou fogo

Estrutura do Brasil na Antártica estava obsoleta, diz reitor 
da Unisinos – Crédito: Armada de Chile / Divulgação / CP
O reitor da Unisinos, Marcelo Fernandes de Aquino, disse nesta segunda-feira que o incêndio da Estação Antártica Comandante Ferraz, na Ilha do Rei George, na madrugada desse sábado, foi uma demonstração de que a estrutura do Brasil na Antártica estava obsoleta. “O País deveria oferecer um suporte mais adequado aos seus pesquisadores”, afirmou. A universidade mantinha três pesquisadores no local: Aparecida Basler, de Porto Alegre, mestranda em Biologia; César dos Santos, de São Leopoldo, biólogo da universidade; e Gabriela Werle, de São Leopoldo, graduanda em Biologia.

Aquino observou que foi uma perda para a pesquisa brasileira, mas ressaltou que ainda é preciso avaliar os danos. “Isso é muito recente e não sabemos ao certo o tamanho do estrago”, destacou. O comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, informou nesta segunda que a nova estação antártica brasileira, que substituirá a base destruída começará a ser reconstruída no próximo verão. Segundo o ministro da Defesa, Celso Amorim, que a nova estação terá “segurança redobrada” para evitar incêndios.

Ordem de Dilma é começar reconstrução o mais rápido possível
O embaixador do Brasil no Chile, Frederico Cezar de Araujo, reiterou que a ordem da presidenta Dilma Rousseff é começar “o mais rápido possível” o trabalho de reconstrução da estação. Conforme Araujo, as apurações preliminares indicam que uma falha no sistema elétrico gerou o incêndio na base.
Correio do Povo/montedo

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