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Incêndio em porta-aviões deixa 1 morto e 2 feridos no Rio, diz Marinha

Porta-aviões estava na Ilha das Cobras, na Baía de Guanabara.
Pane elétrica teria causado incêndio, diz Marinha.

Porta-aviões São Paulo

Um incêndio no porta-aviões São Paulo, da Marinha do Brasil, matou uma pessoa e deixou outras duas feridas, na madrugada desta quarta-feira (22), na Ilha das Cobras, na Baía Guanabara. As informações foram confirmadas pela assessoria de imprensa da Marinha.
As chamas teriam sido causadas por uma pane elétrica e foram controladas por homens do Grupo de Controle de Avarias, que são treinados e especializados em combate a incêndios, segundo a Marinha.
Os feridos foram levados para o Hospital Naval Marcílio Dias, no Lins de Vasconcelos, no subúrbio do Rio, mas não há informações sobre o estado de saúde das vítimas.
G1/montedo.com
Nota divulgada pela Marinha:
A Marinha do Brasil, por meio do Comando da Força de Superfície, informa que, por volta das 03:00 desta quarta-feira (22FEV), ocorreu um incêndio de pequeno vulto a bordo do NAe São Paulo, em um alojamento de Praças, situado na popa do navio.
O incêndio foi controlado e extinto pelo Grupo de Controle de Avarias de bordo. Na ocorrência, dois militares não conseguiram sair do alojamento nos primeiros momentos do incêndio, sendo ambos retirados, posteriormente, do local do sinistro.
Infelizmente, um desses militares veio a falecer por volta das 05:00. O outro encontra-se internado na UTI do Hospital Naval Marcílio Dias, com quadro clínico estável. Foi instaurado um Inquérito Policial Militar para apurar o ocorrido.
Comento:
Relembrando, o São Paulo (ex-FS Foch), adquirido da França no ano de 2000, foi construído em 1960; portanto, essa banheira tem 52 anos!
Já foram registrados diversos acidentes no navio. O mais grave deles, um vazamento de vapor em maio de 2005, causou a morte de um sargento e feriu outros dez militares.
No ano passado, logo após voltar a operar depois de longo tempo em reformas, outros quatro incêndios foram registrados, causando pânico e preocupação entre tripulantes e familiares, conforme o blog noticiou.
Quantas mortes ainda precisarão acontecer para que a Marinha aposente de vez essa tranqueira?

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