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Corte no orçamento da Defesa: R$ 2,7 bilhões
50% abaixo do ano passado

Marco Aurélio Reis
Ponto para o ministro Celso Amorim. Em silêncio, o ministro embaixador travou o tesouraço que se anunciava para os quartéis das Forças Armadas. Corte foi de R$ 2,7 bilhões, 50% abaixo a metade dos R$ 5,4 bilhões de 2010. Mesmo assim, mordida foi a terceira maior numa relação encabeçada pela Saúde (R$ 5,47 bilhões) e Cidades (R$ 3,32 bilhões).
Inicialmente o governo chegou a anunciar que o corte no orçamento da Defesa seria de R$ 3,31 bilhões, mas ficou em R$ 2,7 bilhões, sendo os R$ 600 milhões restantes de emendas parlamentares, a maior sem projeto atrelado ou acima do necessário para projetos já em andamento.
Oficialmente, a Defesa informou ao blog que tesoura não atinge gastos com uniforme, que todos projetos prioritários foram mantidos (entre eles o de construção de submarinos) e que não será necessário adotar meio expediente para enconomizar com alimentação das tropas.
Já quanto ao reajuste e ao pagamento dos 28,86%, a resposta continua sendo que “o aumento dos militares que integram as Forças Armadas como a diferença de 28,86% encontram-se sob análise junto ao Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão. Datas e percentuais relativos à matéria só serão divulgados após o fim dos estudos e a confirmação de sua viabilidade pelas autoridades competentes”.
Força Militar/montedo.com

Comento:
A resposta do MD sobre o aumento e o pagamento dos 28,86 % há muito tempo está só no Ctrl C – Ctrl V. A ‘informação’ passada ao jornalista é idêntica a resposta dada aos militares que têm feito o mesmo questionamento por e-mail.
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