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Pessoal, no post Projeto de lei quer definir regras para ingresso no Exército não dei a devida atenção a uma exigência que, certamente, renderá diversas polêmicas no futuro.
Do texto da PL2844/2011 consta o seguinte:
“…não apresentar tatuagem que, nos termos de detalhamento constante de normas do Comando do Exército, faça alusão a ideologia terrorista ou extremista contrária às instituições democráticas, a violência, a criminalidade, a ideia ou ato libidinoso, a discriminação ou preconceito de raça, credo, sexo ou origem ou, ainda, a ideia ou ato ofensivo às Forças Armadas;”
Perceberam o alcance dessas quatro singelas linhas? Dão margem a uma infinidade de interpretações subjetivas, nestes tempos em que o subjetivismo é usado descaradamente para impor uma ideologia de esquerda, no melhor estilo de Gramsci.
Senão, vejamos:
Um candidato com uma tatuagem como esta teria que ser imediatamente excluído do processo, concordam?
Alguém que tatua no corpo a imagem de um dos maiores assassinos da História (superado apenas por ‘Papá’ Stalin e Mao) não pode, de forma alguma, pertencer ao Exército Brasileiro. Sobre essa figura nefasta, não há que tecer maiores comentários.

Mas, e há sempre um mas em tudo, e se a tatuagem fosse desse outro assassino?

Imaginem a repercussão na mídia, o patrulhamento voraz dos petralhas, os ataques aos “milicos reacionários”, as autoridades militares tendo que se explicar. Seria um pandemônio. Afinal, vocês sabem, nestes tempos de revisão da história, os sanguinários de esquerda viram ícones; os de direita, párias. Afinal, a crueldade daqueles era em prol da ‘causa’, já a destes…
Pobre Brasil nas mãos do Moderno Príncipe.

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