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Policiais disseram que o fato do líder da revolta ter se entregado não significa uma derrota pro movimento
Manifestantes foram revistados e liberados, saindo do local a pé, em carros ou motos
Foto: Raul Spinassé,Agência A Tarde / Agência Estado
Humberto Trezzi, enviado especial a Salvador
Os policiais militares baianos decidiram continuar em greve mesmo após a desocupação da Assembleia Legislativa, em Salvador, no início da manhã desta quinta-feira. Centenas de PMs reuniram-se em um ginásio pertencente ao sindicato dos bancários, localizado na Ladeira dos Aflitos, no bairro Campo Grande.
O grupo pede anistia total e imediata a todos que participaram da mobilização e revogação da prisão preventiva a 12 líderes do movimento — dos quais cinco já foram detidos. Além disso, eles querem o pagamento imediato da Gratificação de Atividade Policial (GAP) 4.
Para eles, o fato do líder da revolta, o ex-policial Marco Prisco, ter se entregado não significa uma derrota.
O grupo espera juntar, até o final do dia, 3 mil manifestantes no ginásio.
ZERO HORA/montedo.com
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