Escolha uma Página
Cúpula da Segurança se reúne para definir papel das tropas nacionais no Ceará
A cúpula da Segurança Pública do Ceará se reuniu a portas fechadas, na 10ª Região Militar, para discutir a atuação do Exército e das Forças Nacionais no Estado durante a greve da Polícia Civil. A categoria está de braços cruzados desde a última terça-feira, 3, mesmo dia em que a Polícia Militar encerrou a paralisação.
Após o encontro desta sexta-feira, 6, o promotor de Justiça Militar Alexandre de Barros Leal Saraiva falou sobre a legalidade dos militares do Exército e das Forças Nacionais atuarem em algumas funções dos policiais civis. De acordo com ele, os militares podem registrar boletins de ocorrência (BOs) e Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
Participaram da reunião o secretário da Segurança do Estado, Francisco Bezerra; o comandante-geral da PM, coronel Werisleik Pontes Matias; o comandante do Corpo de Bombeiros, Joaquim Neto; o delegado-geral da Polícia Civil, Luiz Carlos Dantas; o, coordenador da Força Nacional, coronel Medeiros Filho, e o general-de-divisão da 10ª Região, Geraldo Gomes de Matos.
O POVO Online/montedo.com


‘A sensação de medo que experimentamos é bem maior que o perigo objetivo’, diz promotor

O promotor de Justiça Militar Federal, Alexandre Barros, está entre um dos responsáveis por fiscalizar a atuação do exército brasileiro em Fortaleza. Em conversa com a imprensa, Alexandre explicou o objetivo da presença do Ministério Público Militar na capital cearense.
“Somos responsáveis por fiscalizar a atuação do Exército Brasileiro. Fiscalizar e colaborar. Até agora, pelo que vi, há uma disposição fantástica do Exército em dialogar com as outras instituições, de equilibrar as tensões e de resolver os problemas e as demandas que aparecem de uma maneira razoável”, esclarece o promotor.
Sobre a suposta onda de violência que atingiu a capital durante um dos dias de paralisação dos policiais e bombeiros militares, Alexandre acredita que na verdade foi um sentimento criado pela população, bem distante do que estaria realmente acontecendo. Ele cita, inclusive, experiência pessoal como prova.
“Acredito que a sensação de medo que experimentamos é bem maior que o perigo objetivo que passamos pela rua. Na terça-feira, que foi o dia do caos, passei o dia todo andando pela cidade. Eu não vi nenhum assalto, nenhum arrastão”, diz Alexandre.
Diário do Nordeste/montedo.com
Skip to content