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MARCO AURÉLIO REIS
“Quanto ao reajuste é melhor fazer do que falar”. A frase vem sendo repetida pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, que a todo o momento é abordado sobre o esperado reajuste dos vencimentos das Forças Armadas. Silenciosamente ele tem articulado nos bastidores a inclusão do reajuste no Orçamento da União para o ano que vem, cuja votação ficou para semana do Natal.
Se a investida nos bastidores for bem sucedida, na próxima segunda-feira, na apresentação do parecer final do deputado relator do orçamento, Arlindo Chinaglia (PT-SP), o reajuste dos soldos estará sinalizado, mesmo que condicionado a desempenho das receitas.
Capitão da reserva do Exército, deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) também tomou conhecimento dos planos do governo de prever revisão trienal dos soldos das Forças Armadas, revelados pela Coluna há três semanas. Ele pessoalmente também abordou o ministro Amorim para perguntar sobre o esperado aumento. Também não obteve resposta clara.
Bolsonaro aposta, porém, que o governo deixará para conceder o aumento só em 2013, reservando verbas em 2012 para projetos sociais e ações de maior impacto nas urnas que o aumento dos soldos. Oficial superior revela, no entanto, que a definição sobre o reajuste no ano que vem ainda está em aberto. “Só saberemos na terça-feira”, informou.
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